1346- Grupo Cor das Cordas (SP) relança pela Kuarup seu trabalho de estreia

#MúsicaInstrumental #MPB #ViolãoBrasileiro

Disco Cor Das Cordas passeia por canções autorais e clássicos da MPB com a participação especial do músico Edmundo Carneiro

O grupo Cor das Cordas está relançando Cor das Cordas, título homônimo do álbum de estreia do trio de violonistas Edinho Godoy, Luca Bulgarini e Milton Daud, lançado originalmente em 2010 e agora reeditado com exclusividade para as plataformas digitais pela Produtora e Gravadora Kuarup. O trabalho apresenta uma refinada releitura de grandes clássicos da música brasileira, incluindo obras de compositores como Edu Lobo, Milton Nascimento e Djavan, além de composições do próprio trio. Os arranjos foram elaborados especialmente para a formação de três violões, com grande variação de ritmo, harmonia e melodia, o que possibilitou um inusitado resultado de criatividade, sofisticação, sensibilidade e bom gosto.

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1340 – Versão física do novo disco de Cássio Gava registra parceria inédita com Aldir Blanc

#MPB #MúsicaIndependente #CulturaPopular

Quatro Paredes, quarto álbum do cantor, compositor e arranjador paulistano, produzido como mote ao isolamento social , registra criações desde o inicio da carreira do autor e traz participações de Cida Moreira, Mário Mountaut,  Márcia Salomão, Chico César, Zeca Baleiro e Luiz Tati

Quatro Paredes, quarto álbum do cantor e compositor paulistano Cássio Gava, com 11 faixas, já está disponível nas melhores plataformas digitais, mas vale a pena procurar a versão física em lojas líderes do segmento, pois o cedê ganhou uma trilha bônus que é a mais brilhante joia desta coroa que reúne entre suas turmalinas e turquesas canções compostas pelo autor e com parceiros notáveis desde o início da carreira: Árias Para Folha De Fícus, rubi que tem a participação de Márcia Salomon e letra de Aldir Blanc. Chico César, Zeca Baleiro e Luiz Tatit, entre outros, também aparecem no disco e dão ainda mais nobreza ao trabalho no qual o autor procurou sintetizar a canção como pretexto para o entretenimento a ser recorrido na situação sanitária difícil na qual nos encontramos, referindo-se à pandemia da Covid-19, moléstia que privou as pessoas do convívio social, obrigando-nos ao distanciamento social e ao isolamento doméstico, dentro das quatro paredes de nossas casas, dai o nome do álbum.

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1338 – Kleztival ganha álbum com 50 gravações de diversos expoentes da música judaica*

Disco que marca 10 anos do festival revela o melhor do estilo klezmer ao redor do globo e artistas como The Klezmatics (Estados Unidos), Polina Shepherd (Inglaterra), Daniel Kahn (Alemanha), Yair Dalal (Israel), e os brasileiros  Nicole Borger, Zemer e Claudio Levitan

* Com Tambores Comunicações

O Kleztival, Festival Internacional da Música Judaica, realizado em São Paulo há 11 anos, colocou o Brasil na rota dos grandes festivais do gênero e é considerado, atualmente, o maior da América do Sul. O evento se equipara em organização, atrações e grandeza aos correlatos promovidos em Israel, Canadá, Polônia, Inglaterra e Estados Unidos; neste ano, por conta da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), a edição precisou ser online, entre os dias 17 e 25 de outubro, mas mesmo no novo formato as audiências não frustraram as expectativas do Instituto da Música Judaica Brasil (IMJ-Brasil). A entidade, que tem mesmo muito a comemorar, para celebrar uma década dos concertos, lançara em 2019 o disco triplo Kleztival 10 Anos, que reúne 50 artistas de diversas partes do mundo e revela que a música é feita com raiz na cultura judaica, às vezes de forma tradicional, em outras, mixando-a a gêneros distintos como bossa ou o hip hop, por exemplo.

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1336 – Graziela Medori e Alexandre Vianna lançam disco dedicado à obra do Clube da Esquina

#MPB #ClubeDaEsquina

Nossas Esquinas, que a Kuarup já disponibiliza nas plataformas virtuais e também sairá no formato físico, revisita composições dos dois antológicos álbuns do grupo musical mineiro, um dos mais famosos de todos os tempos no país

O Clube da Esquina nasceu de um encontro de artistas que agitava a confluência das ruas Divinópolis com Paraisópolis, no bairro de Santa Tereza, em Belo Horizonte.(MG), promovendo forte junção entre músicos e compositores mineiros, mas acima de tudo, da amizade entre eles, que foi o maior dessa geração de artistas que descobria a música uma forma de se expressar. Milton Nascimento, Lô e Márcio Borges, Fernando Brant, Nelson Ângelo, Ronaldo Bastos, Beto Guedes, Toninho Horta e Wagner Tiso, dentre outros, contribuíram para a criação de uma sonoridade única que reúne influências forte da banda britânica The Beatles, da música latino-americana, dos negros e dos índios com o canto das igrejas, com letras cujos temas abordam a importância da amizade genuína e revelam momentos políticos vividos na década dos anos de 1970, fincadas em raízes ancestrais e no sentimento coletivo de amor e perseverança.

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1335 – Cecilia Concha Laborde lança Cancionera, álbum para marcar seus 10 anos de trajetória

A cantora e compositora chilena influenciada por Violeta Parra e Victor Jara, de voz e violão “poderosamente doces”, fará apresentação em anfiteatro de Santiago para apresentação do disco que reúne 17 canções 

A cantora chilena Cecilia Concha Laborde fez aniversário na terça-feira, 2 de dezembro, e o presente quem está ganhando são amigos e fãs, brindados com o álbum Cancionera, trabalho que marca seus 10 anos de carreira, já pode ser descarregado eletronicamente e será lançado em concerto presencial marcado para começar às 19 horas desta sexta-feira, 4, no Anfiteatro do Museu de Belas Artes, situado em Santiago, com transmissão via streaming; devido à necessidade de se evitar aglomerações que possam agravar a pandemia do coronavírus (Covid-19), a plateia será reduzida, terá de obedecer protocolos de segurança sanitária e só acessará o auditório quem fez reserva antecipada. Gravado no estúdio La Cuerda, em Buenos Aires, capital da Argentina, e produzido na cidade de São Paulo e na capital chilena, Cancionera reúne 17 faixas e é o segundo álbum de Cecília Concha Laborde. Ela estreou em 2013 com Te traigo mi versos, álbum +livro com canções a partir de suas próprias poesias.

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1334- Vanderlei Pereira, radicado em Nova York, lança Vision for Rhythm, com a banda Blindfold Test*

Cego desde 1986, quando atuava na cena musical carioca, o músico explica que os nomes do  álbum e da banda têm a ver com sua condição. Por isso, o grupo “guarda” a música na memória e toca com vendas nos olhos em Visão para Ritmo

Vanderlei arrisca. Hoje ele é, talvez, o mais ‘brasileiro’ baterista da cena nova-iorquina. Chegou lá no peito e na raça. Conquistou e venceu. Salve!” Antonio Adolfo

“A música de Vanderlei tem influenciado músicos do mundo inteiro que vão para Nova York em busca daquele suporte que raramente se consegue no Brasil. O seu primeiro CD solo é uma prova de ritmo, musicalidade e bom gosto.” Flora Purim

“Vanderlei é um músico excepcional com uma ‘antena & sensibilidade’ fora do comum!” – Dom Salvador

*Com Tambores Comunicação

O baterista Vanderlei Pereira vive em Nova York há 30 anos e é um dos mais atuantes do ‘jazz brasileiro’ naquela metrópole. Em quase todos os ensaios de sua banda, Vanderlei chegava com mudanças de arranjos até que um dia os músicos reclamaram que as partituras estavam ficando impossíveis de serem lidas com os rabiscos. Vanderlei sugeriu, então, que decorassem as músicas, como ele mesmo, cego, sempre fizera, e talvez, devessem vendar os olhos ao tocarem as músicas mais difíceis. Deu certo, a banda toda topou! E assim nasceu a Blindfold Test, em português a Banda Teste de Olhos Vendados, que lança, agora, para o mundo, o primeiro álbum, Vision for Rhythm (www.jazzheads.com).  

Um exemplar do disco de Vanderlei Pereira foi gentilmente enviado à redação pelos jornalistas Beto Previero e Moisés Santana, da Tambores Comunicações Assessoria de Comunicação estabelecida na Capital de São Paulo, aos quais agradecemos! 

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1333 – Ana Lee mergulha no melhor da MPB com “Labirinto Azul”, terceiro álbum da carreira*

#MPB #MusicaIndependente #CulturaPopular

#UseMáscara

#ForaBolsonaro

Disco pode ser comparado a um colar cujas perolas são refinadas canções de consagrados e novos autores e cujos temas que tecem o fio abordam a passagem do tempo, o amor e a desorientação dos dias atuais, em delicada, mas vigorosa interpretação 

*Com Sergio Fogaça

A cantora paulistana Ana Lee está de volta trazendo para seu público o álbum Labirinto Azul, o terceiro da carreira, já disponível nas plataformas digitais e também em mídia física, com distribuição confiada à Tratore. Labirinto Azul chega com as bênçãos de músicos como Zeca Baleiro, Swami Jr., Paulo Bira, Lincoln Antonio, Mané Silveira, além de André Magalhães e Itamar Vidal, que participam do disco e coproduziram o trabalho com Ana Lee, entre outros; mescla canções inéditas com outras de autores tradicionais do nosso cancioneiro, trazendo temas diversos, como a passagem do tempo, o amor e a desorientação neste momento histórico que atravessamos em 2020. Cada canção foi escolhida com o acuro que se dedica a extrair do eclético mar da música brasileira pérolas verdadeiras, figurando novos e consagrados autores com refinada poesia, jongo, ciranda, samba, interpretação e arranjos sensíveis e particulares para resultar em um colar de inigualável e de quilate valioso. A beleza da voz e a força interpretativa de Ana Lee conduzem o fio, cuja raridade também resulta da capacidade da intérprete de pensar e de sentir a música na complexa dinâmica da contemporaneidade.

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1332 – Novo álbum da Kuarup celebra seis décadas da carreira de Caçulinha

João Alberto Silveira Freitas, presente!

#VidasNegrasImportam #TodasAsVidasImportam #UseMáscara #EviteAglomerações

#MúsicaBrasileira #MPB #CulturaPopular

#ForaBolsonaro

O garoto que aos oito anos despontou tocando “uma sanfoninha”, hoje aos 80 um dos mais reconhecidos  e queridos músicos populares do país,  é celebrado em disco que registra apresentação dele e vários dos seus inúmeros amigos no Teatro Itália, em São Paulo

O músico Caçulinha, aos 80 anos, está lançando novo disco, pela produtora e gravadora Kuarup. O álbum, em comemoração aos seus 60 anos de carreira, está disponível em todas as plataformas digitais e em edição física. Caçulinha é o carinhoso nome artístico de Rubens Antonio da Silva, compositor, multi-instrumentista nascido em 15 de março de 1940, em São Paulo. Filho do violeiro Mariano e sobrinho do também violeiro Caçula, com quem o pai formou urna das primeiras duplas caipiras a gravar discos, ganhou o apelido de Caçulinha como homenagem do pai ao tio. No ano de 1959, lançou pela primeira vez um disco 78 rpm solo, pela gravadora Todamérica. O primeiro elepê seria gravado em 1963 pela Chantecler com o título Música Dentro da Noite – Caçulinha e seu Conjunto, Ainda na década de 1960, lançou mais cinco álbuns.

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1317 – Morre Léo Canhoto (SP), considerado revolucionário e pioneiro do estilo sertanejo moderno

#MusicaSertaneja #LeoCanhoto&Robertinho #CulturaPopular #FaroesteMacarrônico

#FiqueEmCasa #UseMáscara #EviteAglomerações

#Pluralidade #Diversidade #Respeito #Tolerância #Liberdade  #BLM #Democracia

#AmorAosAnimais

#ImprensaLivre #JornalistasAntifascistas

#ForaBolsonaro

Cantor e compositor paulista fez sucesso ao lado de Robertinho, uma das mais marcantes duplas da música brasileira, e autor de sucessos como Meu Velho Pai e A Gaivota

A cultura sertaneja está de luto pela passagem ao Plano Maior do cantor e compositor Leonildo Sachi, o Léo Canhoto, que desencarnou no sábado, 25 de julho, aos 84 anos, na cidade de São Paulo. O parceiro da famosa dupla com Robertinho (José Simão Alves, Água Limpa, SP, 1944) estava internado há três semanas com pneumonia e não resistiu após sofrer três paradas cardíacas, de acordo com informações de Dino Santos, com quem Léo Canhoto estava tocando há dois anos. Nascido em Anhumas, no interior de São Paulo, Léo Canhoto cresceu no Paraná e porque costumava inverter as cordas do violão para tocar com a mão esquerda ganhou o nome artístico .

Léo Canhoto iniciou a longa e produtiva carreira sob as lonas de circos, antes de ganhar fama. Fez parte de diversos grupos e duos até que, na década dos anos 1960, passou a ser destaque como compositor, além de empresário e produtor sertanejo. Em entrevista a Inezita Barroso, durante a apresentação em 2012 de uma edição do programa Viola, Minha Viola na TV Cultura, contou à Rainha que Zico e Zeca abriram para ele as portas do sucesso ao gravarem sua primeira composição, Engano do Carteiro. Zico e Zeca, Zilo e Zalo Pedro Bento e Zé da Estrada, Tião Carreiro e duplas mais recentes como Edson e Hudson estão entre os vários expoentes que interpretaram composições de Léo Canhoto. “Somente o Zilo e o Zalo cantaram nais de 70 músicas minhas”, disse a Inezita.

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1316 – Sérgio Ricardo, músico de “Terra em Transe” e da crítica social, morre na cidade do Rio de Janeiro

#CinemaNovo #BossaNova #CulturaPopular

#Resistência #CríticaSocial #Tolerância #Pluralidade #Respeito #Diversidade #BLM #Democracia

#FiqueEmCasa #MáscaraSalva

#ForaBolsonaro

Cantor, compositor, cineasta, paulista de Marília foi figura de proa de duas das mais históricas manifestações da cultura popular (Cinema Novo e Bossa Nova), marcou a era dos festivais e sai de cena prestes a completar noventa anos como um ícone de resistência e crítica social

O cantor , compositor Sérgio Ricardo morreu, na manhã d ontem, quinta-feira, 23 de julho, aos 88 anos, no Hospital Samaritano, na zona Sul da cidade do Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pela filha do músico, Adriana Lutfi, que não soube informar a causa da morte, mas há informações de que Ricardo quebrara o fêmur, contraíra Covid-19 e acabou desencarnando por insuficiência cardíaca. Era paulista, de Marília, e em sua certidão de nascimento o nome que consta é João Lutfi; Sergio Ricardo passou a ser o nome artístico após sua contratação pela extinta TV Tupi. Cineasta e também ator, entre outras atividades no universo artístico que incluía pintura, em 2018 concluiu seu último filme, Bandeira de Retalhos, disponível para assistir e baixar em vários portais virtuais (clique aqui e assista ).

 Sérgio Ricardo despontou no período da Bossa Nova, mas prosseguiu compondo, gravando discos e fazendo trilhas para a telona — com destaque para as obras ícones do Cinema Novo, Deus e o diabo na terra do sol e Terra em transe, ambos de Glauber Rocha. A lista de suas canções, pautadas pela crítica social e de resistência aos governos de exceção dos anos de chumbo, tem várias marcantes como Calabouço (homenagem ao estudante Edson Luís de Lima Souto, assassinado por agentes do ditadura militar em 1968, no restaurante carioca Calabouço), Zelão, Pernas, Ponto de partida e Beto bom de bola – esta pivô do episódio em que ele quebrou seu violão durante eliminatória do 3º Festival de Música Popular Brasileira, da TV Record de São Paulo, em 1967, e jogou o instrumento na plateia ao reagir às vaias . A cena aparece no documentário Uma noite em 67 (2010), de Ricardo Calil e Renato Terra.

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