1410 – Violeira Fabiola Beni (SP) abre 4º Festival Som na Faixa de Música Instrumental

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Evento com apresentação de Adriana Farias traz oficinas gratuitas e atrações como Ricardo Vignini, Arnaldo Freitas, Marina Ebbecke, Duo Osni Ribeiro, Neymar Dias e Toninho Ferragutti 

Entre 9 e 18 de julho, a Muda Cultural promoverá o 4º Som na Faixa de Música Instrumental, festival que em edições anteriores impactou mais de 2 milhões de pessoas, segundo os organizadores. As apresentações, com a violeira Adriana Farias, começarão sempre a partir das 19 horas e serão transmitidas pelos canais da realizadora do evento com o propósito de levar entretenimento, arte e cultura ao público em quarentena e incentivar e apoiar talentos da música brasileira, uma das categorias artísticas mais atingidas por conta da pandemia da Covid-19. O Som Na Faixa também contará com oficinas nos dias 10 e 18 de julho.

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1109 – Matuto Moderno (SP) faz show para comemorar 20 anos de trajetória e convida André Abujamra

Apresentações da banda que divulga a música caipira com pegada de rock serão na Caixa Cultural São Paulo, com ingressos gratuitos*

A tradição musical do Sudeste brasileiro, ao som da viola caipira, parecia não ter nada em comum com o rock, até que cinco músicos se uniram para formar o Matuto Moderno no final da década dos anos 1990 e derrubaram a crença de que música de raiz atrai apenas tiozinhos. Desde então, a banda formada por Ricardo Vignini (viola caipira), Zé Helder (viola caipira e vocal), Edson Fontes (vocal e catira), Marcelo Berzotti (baixo e vocal), André Rass e Carlinhos Ferreira (percussão) tem se apresentado nos palcos mais nobres de São Paulo, em outras regiões do país e até no Exterior, com participações especiais de diversos artistas brasileiros. Agora, para comemorar 20 anos de trajetória, os matutos convidaram André Abujamra para tocar e cantar com eles, entre a quinta-feira, 20, e o domingo, 23 de setembro, no palco do teatro da Caixa Cultural São Paulo (veja a guia Serviços).

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780 – Primeira boa notícia de 2016: Ricardo Vignini e Zé Helder lançam Moda de Rock II em Sampa

arte vignini e ze helder

Em 6 de janeiro chegará às lojas e à internet, portanto em formato físico e em arquivos digitalizados, Moda de Rock II, álbum dos violeiros Ricardo Vignini (SP) e Zé Helder (MG), membros da banda paulistana Matuto Moderno. Moda de Rock II recebeu prêmio previsto em lei por meio do ProAC, vinculado à Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, para a produção do disco e circulação pelo Estado. Assim, em 2016, a dupla pretende revisitar todos os lugares onde foi recebida por plateias entusiasmadas que lotaram as casas de espetáculos para curtirem o primeiro álbum da série Moda de Rock & Viola Extrema e realizar uma turnê ainda maior já a partir de 17 de janeiro, quando será atração do, com a participação de Robertinho do Recife.

O novo trabalho segue a mesma fórmula do Moda de Rock & Viola Extrema (2011) anterior, apresentando versões instrumentais de clássicos do rock adaptados para a viola caipira. O público que há tempos já esperava pela boa notícia curtirá nesta nova edição sucessos de bandas como Metallica, Iron Maiden, Pink Floyd, Sepultura e novidades como Queen, Dire Straits, Slayer e Ramones.

Quase cinco anos após o lançamento do primeiro Moda de Rock & Viola Extrema (feito via financiamento coletivo, ou crowdfunding), a dupla contabiliza mais de 300 concertos, um DVD com as participações dos guitarristas Pepeu Gomes e Kiko Loureiro e do tradicional grupo Os Favoritos da Catira. A dupla também teve como convidados os guitarristas Andreas Kisser (Sepultura), Lúcio Maia (Nação Zumbi) e Renato Teixeira levando a vários palcos por todo o Brasil, Estados Unidos e Argentina um projeto nascido quase como brincadeira: a intenção era mostrar aos alunos o potencial da viola, posto que Ricardo e Zé atuam também como professores do instrumento, e reviver a trilha sonora da adolescência. O lançamento do CD Moda de Rock – Viola Extrema virou fenômeno de mídia e de vendas: no espírito da viola caipira, In the Flesh (Pink Floyd), por exemplo, tornou-se uma singela valsinha, Aces High (Iron Maiden) e Master of Puppets (Metallica) ganharam levadas de pagodes de Tião Carreiro e assim a viola chegou para amantes do rock pisando em templos até então inéditos.

Além da demanda de shows, outros projetos paralelos do duo contribuíram para a “demora” em lançar o volume II. Nesse meio tempo, os violeiros lançaram Matuto Moderno 5 (2012);  Ricardo Vignini trouxe Viola Caipira Duas Gerações, com o mestre violeiro Índio Cachoeira, e o power trio de rock pesado Mano Sinistra (2014). Fora isso Vignini produz e participa de inúmeros shows e álbuns, dentro e fora do país, entre os quais se destaca Carbono, que acabou rendendo um convite para ele tocar com o pernambucano quando Lenine protagonizou show no Rock in Rio, em setembro. Zé Helder lançou em 2015 Assopra o Borralho, terceiro volume de sua discografia.

Agenda de shows do Moda de Rock II

17 de janeiro, 18 horas: Lançamento do Moda de Rock II no Sesc Pinheiros, São Paulo, com participação de Robertinho de Recife
23 de janeiro, 21 horas, São Francisco Xavier/SP
12 de fevereiro, 20 horas, Assis/SP
13 de fevereiro, 20 horas, Guarulhos/SP
19 de fevereiro, 20h30, Santa Barbara D’Oeste/SP
25 de fevereiro, 20 horas, Tatuí/SP
27 de fevereiro, 20 horas, Brotas/SP
4 de março, 20 horas, Bragança Paulista/SP
9 de março, 20 horas, Botucatu/SP

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Ricardo Vignini será atração do Festival São Chico das Violas e Matuto Moderno da edição de 35 anos do Globo Rural

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Paulistano, Ricardo Vignini  é um dos mais carismáticos violeiros da atualidade, além de professor de viola caipira, produtor e pesquisador de cultura popular do Sudeste. A carreira solo conta com o álbum Na Zoada do Arame, que, praticamente esgotado, o levou a ter de produzir mais uma fornada diante de tantos pedidos. Ele também é dono do selo Folguedo. Criado em 2002 com o objetivo de lançar títulos de música caipira, mas aberto ainda a grupos de cultura popular, bandas e DJ’s que tenham influências da música de raiz, a Folguedo conta com a distribuição da Tratore e um público fidelizado.

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Sepultura e Iron Maiden com sotaques caipira

Vignini e Zé Helder durante a apresentação no SESC Osasco

Vignini e Zé Helder durante a apresentação no SESC Osasco

O SESC Osasco trouxe a dupla Ricardo Vignini e Zé Helder na quinta-feira, 5 de junho, para a abertura do projeto “Caldo com Sons Brasileiros”. Ambos os violeiros integram o “Matuto Moderno”, banda reconhecida pela fusão da sonoridade da música caipira com clássicos do rock e se juntaram para tocar no Deck da Cafeteria faixas do premiado álbum “Moda de Rock – Viola Extrema”, gravado em 2011. O show começou com “Aces High“, do Iron Maiden. Depois o público curtiu momentos de raro virtuosismo com ambos dedilhando nas 10 cordas entre outros conjuntos cultuados pelos roqueiros de todas as idades Sepultura, Led Zeppelin e Pink Floyd, da qual emendaram magistralmente “In the flash“, do “The Wall”, com “Saudades de Matão“, composta em 1904 por Jorge Galati, maestro da banda brasileira Italo-Araraquara.

Ricardo Vignini

Ricardo Vignini

Vignini e Zé Helder, professores de viola, ainda tocaram Tião Carreiro, Índio Cachoeira e Gedeão da Viola. The Rolling Stones e “Matuto Moderno” também foram lembrados. Da segunda banda, que já tem 15 anos de estrada a música escolhida, “Topada”, é parceria de Vignini com  André Abujamra, ex-“Os Mulheres Negras”. O encerramento homenageou amantes da música clássica com a execução da Nona Sinfonia de Bethoven. Desta, brotou “Aqualung”, do Jethro Tull. O bis rolou com “Norwegian Wood”, de “Rubber Soul” (1965), um dos mais famosos trabalhos do The Beatles. Esta foi a primeira música que George Harrison utilizou sua cítara.

Quem perdeu a apresentação não precisa se lamentar. Os violeiros Ricardo Vignini e Zé Helder estarão de volta ao mesmo palco em 26 de julho, a partir das 19 horas, em mais uma ediçãodo projeto “Viola com Sons Brasileiros”.

Zé Helder

Zé Helder