1028 – América 4 lança em Vila Velha (ES) álbum comemorativo aos 30 anos de estrada

O Grupo América 4 está com novo álbum concluído e convida admiradores e amigos para o lançamento que marcará 30 anos de trajetória independente em defesa de culturas de povos latino-americanos como os guaranis, os aymaras e os mapuches. O concerto de estreia, com entrada franca, está marcado para a sexta-feira, 9 de março, a partir das 20 horas, no Teatro de Vila Velha, uma das mais importantes cidades do Espírito Santo, distante cerca de 180 km da Capital, Vitória, para quem escolhe viajar pela BR 101.  O América 4 tem embriões tanto no Estado capixaba, quanto no vizinho Minas Gerais, onde viviam na década de 1980 os músicos já de larga experiência e trajetórias artísticas oriundos do Brasil , da Bolívia, da Argentina, do Peru, do Uruguai, de Honduras e da Venezuela, entre eles Jorge Tobi Gil, com o qual o Barulho d’água Música mantém estreito contato. É em Vila Velha que está estabelecido o trabalho de resistência musical que encanta o público combinando as sonoridades de instrumentos típicos — alguns artesanais — como  zampoña, toyo, quenacho, charango, casaca, bombo legüero, tambores de Congo e tambores de Maracatu, entre outros, que dão ao América 4 uma identidade própria no cenário da cultura latino-americana. Continue Lendo “1028 – América 4 lança em Vila Velha (ES) álbum comemorativo aos 30 anos de estrada”

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729 – América 4 (ES) volta ao berço natal para apresentação única em Belo Horizonte (MG)

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O Grupo América 4 surgiu na década dos anos 1980 em Minas Gerais com a união de músicos de destacada trajetória artística tanto no Brasil, quanto na Bolívia, na Argentina, no Peru, no Uruguai, em Honduras e na Venezuela. Hoje radicado em Vila Velha (ES), depois de 15 anos o América 4 regressará ao berço para brindar o público de Belo Horizonte, onde tocará como atração do Cine Theatro Brasil, neste dia 25 de novembro, a partir das 19h30. nstrumentos como zamponhas, toyos, quenachos, charangos, casacas, bombos legueros e tambores do Congo comporão o ambiente de encantamento do público durante a apresentação que visa a fomentar a integração dos povos latino-americanos. A  base da música do América 4 é o rico universo da América Latina, mas os músicos também carregam influências dos ritmos mineiros, principalmente do Vale do Jequitinhonha, e dos tambores de Congo que ecoam pelo Espírito Santo, amálgama que gera a energia que protagoniza nos palcos.

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Grupo América 4, de Vila Velha (ES), reforça acervo do blog com nova coletânea que comemora 25 anos de trabalho e resistência

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Tobi Gil (ao centro) e os demais músicos do grupo capixaba América 4: fusão de ritmos e de instrumentos brasileiros e andinos para divulgação de uma nova sonoridade e revitalização das lutas e do engajamento dos povos latino-americano em 25 anos de estrada (Foto: Divulgação)

O Barulho d’água Música recebeu do amigo Tobi Gil, um dos fundadores do Grupo América 4, de Vila Velha (ES), coletânea de 25 anos de trajetória dos pioneiros do gênero no estado capixaba. A obra do América 4, que já conta com oito álbuns incluindo entre eles três discos de vinil, alimenta-se das raízes brasileiras e andinas. A pesquisa constante do América 4 propõe e alcança por meio da utilização de instrumentos que são referências em ambas as culturas uma nova sonoridade. Aos  admiradores e ao público, ecoa o que se produz de melhor em toda a América Latina.

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América 4: meio século resguardando a identidade e a força da música latino-americana

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O grupo capixaba dedicado à preservação e difusão da música latino-americana está há meio século na estrada e gravou em abril álbum de dez faixas comemorativo à marca

O grupo capixaba América 4  está em turnê para divulgar o álbum que gravou em abril para comemorar 25 anos de carreira. Neste trabalho, lançado em Vila Velha e já apresentado em Vitória, ambas cidades do Espírito Santo, o América 4  inova ao apresentar tambores entre as dez faixas que reúnem composições cultuadas pelo público como Señora Chichera  e regravações, mantendo a temática do folclore latino-americano. As novidades mesclam tambores de congo, tambores regionais de maracatu e bombo leguero argentino com os mais populares instrumentos andinos. A alquimia resulta em ótimo disco que mantém a sonoridade marcante a e os elementos essenciais desta vertente da música continental, inclusive suas características de serem peças de resistência e de mobilização.

As apresentações contam com a participação dos músicos Paulo Batera (Brasil), Aguilar Alves (Brasil), Renato Pablo (Chile), Raul Paredes (Chile) e Alves Carmem Amorim (Brasil). Da formação original do grupo, sobem aos palcos Tobi Gil (Bolívia), César Rebechi (Argentina) e Grácia Silva (Brasil). Eles homenageiam parceiros de estrada como o maestro Jaceguay Lins e a cantora e contadora de histórias Beth Broetto, além de nomes que tiveram importância na carreira do Grupo América 4, como  Enzo Merino autor juntamente com Willy Verdaguer do clássico “Borracho me voy”, e Saint Clair Alves. Verdaguer, baixista argentino, fazia parte do Secos & Molhados e já tocou com Gilberto Gil e Caetano Veloso. 

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Tobi Gil, fundador do Grupo América 4, de Vila Velha (ES)

Uma amostra do talento e de outras virtudes do América 4,  criado por Tobi Gil,  podem ser conferidas no linque abaixo. Naquele ano Tobi reuniu outros músicos de vários países da América Latina, além da terra natal, Bolívia, também residentes no Brasil. O objetivo era unir “o canto dos quatro cantos da América Latina”. Ao longo deste quarto de século, o Grupo América 4 se apresentou em aberturas de shows de grandes nomes da MPB, como Fagner, Zé Ramalho, Zé Geraldo, Sá e Guarabyra e Sérgio Reis. Participou de vários shows em teatros, festivais em Minas Gerais e, principalmente no Vale do Jequitinhonha, juntamente com Rubinho do Vale, Sérgio Moreira, Markus Ribas, Mauricio Tizumba e outros. E ainda representou Espirito Santo no Fórum das Américas em Belo Horizonte (MG).

 A principal característica do América 4 é a mistura de instrumentos musicais folclóricos como flauta andina, zanpoñas, toyos, quenacho, charango e, agora, os tambores. É justamente esta fusão que fez do América 4 uma referência no gênero no Espírito Santo e no Brasil, desde o período de sua criação e durante todos esses anos. O disco do Jubileu de Ouro pode ser adquirido diretamente com Tobi Gil, que mantém uma página de contatos na mídia social Facebook.

Linque para curtir o vídeo de apresentação do Grupo América 4

https://www.youtube.com/watch?v=ClpX5uhkUUI&feature=youtu.be

América 4 comemora 25 anos no Carlos Gomes de Vitória

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O Grupo América 4,  lá da cidade de Vila Velha (ES), vai dar continuidade ao projeto de comemoração aos 25 anos de estrada promovendo mais um show naquele estado. A apresentação desta vez será no Teatro Carlos Gomes, que fica em Vitória, e está marcada para começar às 19 horas de 6 de julho, sem cobrança de entrada. Na ocasião, Tobi Gil e os demais integrantes vão brindar o público com músicas do álbum comemorativo ao Jubileu de Prata e outros sucessos admirados pelo público.

O álbum  foi lançado em 2 de abril no Teatro Marista, em Vila Velha. O Grupo América 4 começou a tocar em 1988, inicialmente nos estados do Espírito Santo e de Minas Gerais por Tobi Gil, que está há 39 anos radicado naquele munícipio capixaba. No ano de fundação, ele buscou reunir diversos músicos de vários países da América Latina que residiam no Brasil. O objetivo era unir o “o canto dos quatro cantos da América Latina”.

A integração dos sons e ritmos das raízes culturais da América Latina e a mistura de instrumentos musicais folclóricos como a flauta andina, zampoñas, toyos, quenacho, charango, tambores de congo e tambor de maracatu, casaca e bombo leguero com instrumentos convencionais são as características marcantes do América 4. Essa fusão instrumental e de cantorias tornou o Grupo referência nesse gênero e pioneiro na divulgação da música latino-americana no ES. Sempre atuante em projetos culturais da cultura local e também fora do estado, os músicos já se apresentaram em aberturas de shows de nomes consagrados da MPB, entre os quais Fagner, Zé Ramalho, Zé Geraldo, Sá e Guarabira e Sérgio Reis. Participou, ainda, de vários shows em teatros, festivais e eventos e ações culturais no Vale Jequitinhonha (MG), em parcerias com os violeiros Rubinho do Vale, Sergio Moreira, Marku Rivas, Tizumba e outros.

Passados 25 anos, e já há 12 sem se apresentar, Tobi Gil retomou o projeto de integração em torno da musica latino-americana e convidou os parceiros Cesar Rebechi, Renato Pablo, Aguilar Alves, Raul Paredes, Graça Silva, Nina Candido, e Carmem Amorim para a nova empreitada que seria lançar o CD que marca a trajetória de um quarto de século. A novidade vem para se juntar na discografia a “12 anos de América 4”, coletânea de 1999; “Tambores de Congo” (1998); “Fusão Latina” (1996) ; “Cinco Anos de Estrada” (1992); “Amo Espírito Santo” (1991) e “Minas Latina” (1990).