1523 – Nino Karvan reedita os três primeiros álbuns para as plataformas digitais pela Kuarup

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Álbuns são Mangaba Madura, José e Aquarela Pra Pandeiro, remasterizados

O cantor e compositor Nino Karvan relançará em formato digital, com distribuição da Kuarup, os três primeiros álbuns autorais da carreira. Ainda inéditos, os discos serão disponibilizados nas plataformas digitais até junho e o primeiro a ser remasterizado, Mangaba Madura (2001), que abre sua discografia, já pode ser ouvido desde 1° de abril. Depois, de acordo com o calendário bolado entre a Kuarup e o músico sergipano, chegarão José (2014) e Aquarela Pra Pandeiro (2006). O processo de remasterização coube a Ricardo Vieira, maestro e arranjador e produtor musical.

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1510 – Conheça e baixe o álbum Canção Atual, de André Luís (SE), ligado à terra e à gente que dela vive

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Primeiro disco do cantor e compositor sergipano que atualmente reside aos pés da Serra da Mantiqueira traz, ainda, um tributo à memória de Jacinta Passos, jornalista e poetisa baiana que mesmo trancada em manicômios jamais deixou de erguer sua voz e de lutar por causas libertárias

 

(…) o meu canto é flecha/a viola, canoa/ponteando navego/versos e orações/que conspiram o sonho/um só povo/ um só chão/esperança que eu vivo pra cantar”

Voz da Mata, de André Luís e Felipe Bedetti

O cantor e compositor André Luís, sergipano de Aracaju, radicado em Pocinhos do Rio Verde, no Sul de Minas Gerais, lançou, em fevereiro de 2021, Canção Atual, o primeiro álbum da carreira. Distribuído pelo selo Tratore, o disco está disponível nas plataformas digitais depois de ser gravado, mixado e masterizado no Estúdio Bordão da Mata (Bordão da Mata/MG), com 10 faixas, e pode ser baixado do blogue Terra Brasilis 2, cujo linque estará ao final desta atualização. A direção e o design sonoro de Canção Atual são de Poli Brandani e do próprio André Luís, que gravou voz e violão ao lado de Alê Vilhena (voz), Rodrigo Sestrem (voz, flauta e rabeca) e Carlinhos Ferreira (percussão, flautas de PVC, rabeca de lata). Entre os parceiros, André Luís contou com Fernando Guimarães e João Bá, Daniela Lasalvia, Levi Ramiro, Ferreira e Sestrem. Os arranjos de base são de André Luís, exceto na faixa Cantiga de Amor Peregrino (de Fernando Guimarães) e Bendita Caminhada (de Levi Ramiro). A arte da capa é assinada por Mariana Brandani. 

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1458- Nino Karvan (SE) lança quinto álbum com músicas inéditas, parcerias e canções de 20 anos de estrada

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Elogio do Amor traz parcerias com Chico Cesar e o poeta inglês Shakespeare entre outros. As letras do projeto falam do amor em suas mais variadas vertentes, inclusive sobre a falta de amor e a indiferença

A produtora e gravadora Kuarup disponibilizou neste domingo, 24/1O, Elogio do Amor, quinto álbum do cantor e compositor Nino Karvan. O disco traz parcerias com o músico Chico César, o poeta e dramaturgo inglês Willian Shakespeare, os poetas Jeová Santana e Gilton Lobo além do cantor e compositor Marcos Vilane. Concebido e produzido durante a pandemia, o novo trabalho autoral de Nino Karvan traz 12 canções, algumas delas mais antigas do seu repertório, outras bem novas, a exemplo da faixa A Gente, deles e em dueto com Chico Cesar. A letra fala sobre uma das lições desses momentos difíceis de que é preciso “descer do salto” e perceber que a falta de empatia, a prepotência e a arrogância impedem o desenvolvimento humano e que, calar-se diante disso, é contribuir com a barbárie.

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1414 – Ouça SerTão Andante, quarto disco de Aldy Carvalho (PE), e viaje ao NE com xote, baião, coco, xaxado, galope e martelo

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Álbum de 2018 traz 12 faixas, entre as quais duas instrumentais, e é o quarto da trajetória do cantador, compositor e cordelista que aprendeu ainda na infância a valorizar as raízes artísticas da família pernambucana

A música de Aldy é diferente do chamado forró — quase sempre vulgar e barulhento demais. Seu canto é sereno, sua voz é limpa, bonita, melodiosa, agradável”.

Dirceu Soares, Jornal da Tarde

selo papo retoO álbum SerTão Andante, do cantador, compositor, escritor e poeta Aldy Carvalho, foi o escolhido para abrirmos neste dia 17 já do mês de julho as tradicionais audições dos sábados pela manhã aqui no Solar do Barulho, redação do Barulho d’água Música, em São Roque, cidade do Interior paulista. SerTão Andante é de 2018 e traz 12 faixas nas quais o pernambucano de Petrolina mapeia o universo afetivo e a natureza que traduzem as belezas de um sertão real e imensurável, universo onde nasceu e do qual, mesmo vivendo desde os anos 1980 na cidade de São Paulo, não se distanciou, pois jamais deixou o frenético ritmo e os hábitos cosmopolitas matarem suas raízes nordestinas. A sensibilidade e a resiliência de Aldy Carvalho vêm da infância, período no qual começou a se maravilhar com as cantorias e a poética cordelista, ensinadas pelo saudoso pai, João Joaquim de Carvalho.

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1305 – Luiz Gonzaga ganha homenagem em disco dos músicos Nino Karvan e Alberto Silveira

Cantor e violonista sergipanos resgatam clássicos do Rei do Baião em álbum com dez faixas lançado pela gravadora e produtora Kuarup

De Lua, Canções de Luiz Gonzaga é o título do projeto do cantor e compositor Nino Karvan e do violonista Alberto Silveira, artistas sergipanos com carreias consagradas, que fazem uma tocante homenagem ao Rei do Baião, O repertório escolhido reúne canções das décadas dos anos 1940/50/60, período de ouro do baião e de maior sucesso de Luiz Gonzaga. O disco é intimista, gravado e apresentado para salas de concerto: a voz e o violão dão destaque às melodias, tão presentes na memória afetiva do brasileiro e na rica poética das letras. O álbum é mais um belíssimo lançamento da gravadora e produtora Kuarup, que, gentilmente, enviou um exemplar à redação do Barulho d’água Música, pelo qual agradecemos ao diretor artístico Rodolfo Zanke e toda sua equipe.

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1295 – Déo Miranda (SE) abre o peito, mas em seu segundo álbum autoral bate duro contra nossas hipocrisias e mazelas do país

Sem medo de atacar quem precisa, falando o que pensa e o que sente, cantor e compositor sergipano vai do micro ao macro valendo- se da poesia, da sonoridade do rock e do linguajar regional nordestina para abordar temas cotidianos como violência urbana e política

O cantor, compositor e poeta Déo Miranda, residente há 14 anos em Mogi das Cruzes, cidade paulista situada na Região Metropolitana da Capital de São Paulo, lançou em julho do ano passado (como parte do 11º Festival de Inverno Serra do Itapety) Poesia Dura, Língua Ferina, Coração Justo. O álbum com 10 faixas é o segundo da carreira de Miranda, artista nascido em Aracaju, capital do estado do Sergipe, e na estrada desde 1989 atuando também como produtor cultural — à frente da Malungada Produtos Culturais, tornou-se idealizador, por exemplo, entre outras iniciativas, do Festival de Arte Popular do Alto Tietê. Poesia Dura, Língua Ferina, Coração Justo indica um momento de releitura do artista em relação à própria trajetória cujo embrião foi bandas de punk e hardcore como Cleptomania, Sublevação e Karne Krua, passando ao longo de seu amadurecimento pelo universo das cantorias e do regionalismo, que sempre fizeram parte de sua alquimia musical e estão entre suas paixões; neste gênero, destacou-se no grupo Batequejé e com o quarteto Cantadores dos Quatro Cantos, entre outros.

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1261 – Baiano por afeição, Walter Lajes é mais uma joia da ditosa galeria dos cantores e compositores da Boa Terra

Paranaense de berço, depois de passar pela cidade do Rio de Janeiro e também morar em Pernambuco, músico  que já lançou oito álbuns fixou-se em Vitória da Conquista, município onde um dos vereadores acaba de homenageá-lo por mais uma exitosa participação em festival, na cidade paulista de Barueri

A Bahia é generosa com o país e a cultura popular quando o assunto é a contribuição para a boa música e o enriquecimento do nosso cancioneiro. Partindo de Dorival Caymmi e toda a sua família, passando por Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia, Gal Costa, Pepeu Gomes — para ficar apenas em algumas consagradas joias do estilo popular –, passamos por Elomar, Xangai, Roque Ferreira, Gereba e seu parceiro Capinam — mais dedicados ao que o mercado gosta de classificar como “regional” — entre tantos outros exemplos, chega-se sem surpresas à conclusão que o estado de Castro Alves nada deixa a dever aos que consideram como referencial apenas o Sudeste maravilha — premissa que, por sinal, vale ainda para outros da região Nordeste, sem exceção de nenhuma de suas unidades federativas.

E colocando mais dendê na conversa, ainda que paranaense de nascimento “por um acidente de percurso”, conforme ele mesmo declarou ao Barulho d’água Música, o compositor, poeta, cordelista e como o próprio também se define, cantador Walter Lajes, joga fácil nesta seleção de baianos e tem feito por merecer que holofotes e emissoras, produtores e agentes de espetáculos e programas, bem como a indústria fonográfica, sejam mais generosos e o escalem sem medo de caneladas e de tomar gols contra.

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1141 – Antonio Guerra e Silvério Pontes formam duo piano/trompete e lançam “Coração Brasileiro”

Álbum gravado pela Kuarup inaugura um novo caminho na trajetória do trompetista fluminense que se consagrou ao lado do trombonista Zé da Velha

A gravadora Kuarup, à qual agradecemos na pessoa de Rodolfo Zanke, enriqueceu o acervo do Barulho d’água Música com um exemplar do álbum Coração Brasileiro, recentemente gravado por Silvério Pontes, trompetista, e Antonio Guerra (Rio de Janeiro/RJ) ao piano; considero o disco como um presente do meu aniversário de 55 anos, neste dia 26/12, e estou curtindo de monte! Silvério Pontes  (Laje do Muriaé/RJ) já emplacou pelo menos 30 anos tocando ao lado do trombonista sergipano de Aracaju Zé da Velha e com este novo trabalho inaugura outra história musical, concretizando um sonho antigo de formar um duo neste formato, que proporcionou uma mistura harmoniosa de sensibilidade, com humor e alegria contagiantes que resumem uma brasilidade refinada!

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947 – Lulinha Alencar e Mestrinho tocam e lançam álbum para Dominguinhos em Sampa

A unidade Pompeia do Sesc da cidade de São Paulo receberá no sábado, 6 de maio, Lulinha Alencar e Mestrinho para lançamento do álbum que ambos gravaram em homenagem a Dominguinhos. ToCantE  reúne em dez faixas criações tanto do cantor e compositor pernambucano que morreu em 2013, como dos próprios Alencar e Mestrinho nas quais estes reverenciam outros mestres que os influenciaram: Chiquinho do Acordeon, Jackson do Pandeiro e Pixinguinha. Richard Galliano, renomado sanfoneiro francês, também subirá ao palco como convidado especial da apresentação, prevista para começar às 21 horas.

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881- Conheça a Orquestra Filarmônica de Cruzeta (RN), banda formada por jovens que é orgulho da cidade e terceira melhor do país

“Aprender uma nota e através dela conhecer o mundo” é mais do que uma frase o passaporte de entrada para uma atividade que vem mudando há três décadas o dia a dia de centenas de jovens e dando orgulho aos moradores de uma pequena cidade do sertão nordestino,situada a 220 quilômetros de Natal, capital do estado do Rio Grande do Norte. Lugar no qual se contam aproximadamente 8 mil pessoas, o município, Cruzeta, sedia uma Escola de Música criada em 1984 e que dois anos depois passou a abrigar a Orquestra Filarmônica 24 de Outubro, assim batizada em homenagem a data de fundação da localidade e que com apenas um ano de estrada já conquistava o II lugar no I Concurso de Bandas em Carnaúbas dos Dantas em um estado com forte tradição musical.

Além de mudar as perspectivas de futuro de seus atuais 60 integrantes, a Orquestra de Cruzeta também trouxe alegria e aproximou famílias que todos os dias, sempre por volta das 19 horas, seguem acompanhando os ensaios regidos pelo exigente, mas admirado por todos Humberto Carlos Dantas, o Bembem, músico autodidata que dirige o grupo desde 1988, quando tinha apenas 19 anos, de acordo com matéria assinada por Mariana Kaipper Ceratti.

A jornalista produziu matéria sobre a Orquestra de Cruzeta para a versão eletrônica do jornal El Pais e entre outras informações divulgou em 2014 que o repertório privilegia composições dançantes e abarca desde ritmos mais conhecidos da música brasileira como forrós de Luiz Gonzaga (PE) ao pop-rock. Bembem acompanha tudo com rigor em busca da técnica própria de uma orquestra, chega a reprender quem comete erros, mas se os corrige, também não dispensa elogios. O orientador sabe que tem diante de si a delicada tarefa de formar artistas, incluindo à época da reportagem um garoto de 7 anos que, como os demais colegas, são procedentes das zonas rurais da região que é uma das mais vulneráveis do Brasil, já assolada pelo crack e pela ocorrência de outras drogas que são ameaças à juventude.

“Quando eu era jovem, consideravam músico como alguém que vivia mal”, comentou o maestro. “As pessoas convidavam meus colegas para tocar em festas e achavam que eles fariam isso de graça, só pela cerveja”, emendou. “Nunca aceitem essa condição: sei que vocês vão ser profissionais de primeiro nível, na música ou em qualquer outra área.”

A receita e o carinho de Bembem têm dado tão certo que mais do que encaminhar os meninos para uma forma digna de viver, as atividades da Orquestra de Cruzeta revigoraram a economia local. A Mariana Ceratti ele revelou: “hoje em dia movimentamos R$ 2 milhões por ano entre cachês de apresentações e salários de nossos músicos, demonstrando assim que investir em música é gerar ingressos e desenvolvimento”. Ele contou, ainda, que o grupo foi um dos beneficiados por um projeto do Banco Mundial que apoiou orquestras filarmônicas em 43 cidades de todo o Estado, aporte que permitiu custear os instrumentos musicais e as lições aos participantes das aulas.

“As bandas trouxeram não só a possibilidade de geração de renda, mas também desenvolvimento educativo e cultural para os jovens”, recordou também Fátima Amazonas, diretora do projeto que já em sua terceira geração fez brotar mais de 50 artistas contratados mais tarde por bandas profissionais, muitos dos quais se tornaram professores de música em universidades públicas ou dirigentes de orquestras em outras cidades do Rio Grande do Norte, entre as quais a de São Tomé, cuja metade dos membros da filarmônica é mulher. Ex-pupilos de Bembem, portanto, assumiram o perfil de agentes multiplicadores, ao mesmo tempo que iam ganhando experiência e conhecimentos para entrar no mercado de trabalho com currículos enriquecidos por saberes acadêmicos.

O governo do Rio Grande do Norte e o Banco Mundial, conforme publicou o El Pais, perceberam que a iniciativa da Escola de Música é, portanto, tanto via de preservação de tradições como via de inclusão e firmaram parceria que abriu a possibilidade de que essa atividade musical própria de Cruzeta repercuta e viceje em mais lugares do Estado, considerando-se a indiscutível tônica de encorajamento daquela Escola nos aspectos educacionais, culturais e principalmente social, centrada em valores que consideram a música não só meio de desentraves e de alegria às pessoas, mas também como importante veículo de inclusão social e agente transformador.

“Antes de formar grandes músicos, pensamos em formar grandes cruzetenses, seridoenses, norteriograndense, nordestinos, brasileiros, cidadãos do mundo e de si mesmos”, declarou Bembem. O Rio Grande do Norte durante a colonização portuguesa formou inúmeras bandas para tocar em eventos religiosos e militares, mas este interesse passou a diminuir com o correr do tempo e hoje abriga poucas filarmônicas. Uma das explicações é a falta de partituras e de peças musicais escritas antigamente, pois quando um compositor morria, era comum os familiares queimarem o material dele que poderia servir de referência a novos músicos e incentivar estudos e projetos.

“As pessoas  não davam valor às composições musicais”, aponta Bembem, em cuja árvore genealógica entre três compositores encontra-se Tonheca Dantas. As obras dele ficaram à salvo e mais bem conservadas porque Tonheca Dantas (1871-1940) pertencia à Polícia Militar, instituição que preserva melhor seus documentos.

As obras deste parente de Humberto Carlos Dantas e de muitos outros compositores locais pouco conhecidos pelo público em geral estão incluídas nos discos gravados pela Orquestra de Cruzeta. Descobrir e difundir esse repertório – valsas e ritmos brasileiros – alegra os jovens músicos toda vez que cai a noite no sertão e eles se reúnem para os ensaios. “As pessoas que não conhecem nossa cultura têm de entrar no mundo da música, pois vão descobrir ritmos de que nem imaginam que vão gostar”, disse o trompetista Edjarde Silva, de 16 anos. “É muito bom estar aqui aprendendo e em contato com a música brasileira.”

Hoje, além de cumprir este papel, a Filarmônica de Cruzeta já se afirmou como a melhor banda do Estado e de acordo com dados publicados no sítiio eletrônico da Orquestra ocupa um lugar entre as três melhores do Brasil, reconhecida por profissionais respeitados e conhecedores da realidade musical do país. As várias formações colecionam  apresentações pelas cidades e por eventos culturais realizados em solo potiguar e em localidades do Nordeste. A lista aponta, por exemplo, São José do Seridó, Caicó, Jardim de Piranhas, Parelhas, Jardim do Seridó, Carnaúbas do Dantas, Currais Novos, Florânia, Assu, Angicos, Apodi, Acari, São Gonçalo do Amarante, Macaíba, Pedro Avelino, São Paulo do Potengi, São Tomé, Carnaubais, Caraúbas, Cerro Corá, Lagoa Nova, Macau, Mossoró, Martins, Umarizal, Viçosa, Porta Alegre; João Pessoa, Baieux e Santa Luzia (PB); Recife, Olinda, Nazaré da Mata (PE); Aracajú, Laranjeiras e Instância (SE); Fortaleza e Aquiráz (CE); Salvador e São Félix (BA);  São João Del Rei, São Tiago, e Rezende Costa (MG). Em 2003 a Banda foi convidada para fazer a abertura do X Festival de Música de Recôncavo Baiano, em Salvador, um dos principais do país, e também já levou um concerto para ser apresentado no Teatro Alberto Maranhão, em Natal.           Participou juntamente com a Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte do Projeto Música no Interior, tocando na porção Oeste do Estado em locais como Martins, Umarizal, Riacho da Cruz, Pau dos Ferros, Viçosa, Porta Alegre e Lucrécia.

Discografia

 A Orquestra de Cruzeta lançou o primeiro álbum em 2002, em parceria com a Fundação Hélio Galvão e Projeto Nação Potiguar, só com músicas de compositores seridoenses. O segundo, ao vivo, gravou em sua sede própria, também em 2002, com músicas de vários autores brasileiros. O trabalho é “caseiro”, para ofertar aos amigos, e parte do plano de divulgação do trabalho. Em 2004, o grupo voltou ao estúdio e gravou um álbum didático para Universidade Federal do Rio Grande do Norte, mais o disco Cruzeta Revela Márcio Dantas e Filarmônica de Cruzeta interpreta a obra de Normando CarneiroEm 2006 saiu Banda de Cruzeta 20 Anos.

Para contato com a Orquestra Filarmônica de Cruzeta telefone teclando 0XX84-3473-2164.

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