753 – Sesc Pinheiros (SP) traz Duo Catrumano para concerto que encerra Série Erudita Viola em Concerto

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O Duo Catrumano será a atração da rodada que encerrará nesta quarta-feira, 9, a Série Erudita Viola em Concerto, promovida pela unidade Pinheiros do Sesc de São Paulo, com curadoria do violeiro e professor Ivan Vilela. Formado pelos violeiros Rodrigo Nali e Anderson Baptista, o Duo Catrumano estará no palco do teatro situado no 3º andar a partir das 20h30, com ingresso limitado a quatro por pessoa. A entrada será proibida após o início do concerto. 

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741- Duo Arcoverde (PE), precedido por conferência de Lia Marchi, movimenta a Série Erudita Viola em Concerto (SP)

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O Sesc Pinheiros promoveu na noite de quarta-feira, 25, a penúltima rodada da Série Erudita Viola em Concerto, projeto que desde agosto, com curadoria do violeiro, compositor e professor Ivan Vilela procura levar o público a um mergulho ao universo da viola, desde suas origens seculares até o contexto contemporâneo, desdobrando-se numa série de concertos, palestras e masterclasses que desvendarão o instrumento. Ivan Vilela recebeu desta vez Lia Marchi, para uma nova conferência, e, depois, o palco coube ao Duo Arcoverde, formado pelos pernambucanos Adelmo e André Arcoverde, pai e filho. Antes da apresentação dos Arcoverde, Vilela comentou que por conta das festas natalinas a última sessão da Série está antecipada para 9 de dezembro, a partir das 19 horas. Naquela data a conferência terá por tema O caipira, modos de ser e de não ser, com José de Souza Martins. O show reunirá o Duo Catrumano, dupla formada por ex-alunos de Vilela, os violeiros Rodrigo Nali e Anderson Baptista. 

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707 – Fabrício Conde (MG) toca de ijexá a cateretê e encanta com viola “mágica” plateia do Sesc Pinheiros (SP)

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Fabrício Conde gosta de contar entre uma música e outra um “causo” que deixa a plateia arrepiada. Ele mesmo fica assustado e não toca a “sinistra” composição (e curioso: ninguém a pede, ao contrário!) que menciona nesta história, a qual aprendeu com uma anciã, Dona Alzira — moradora de retirada casinha situada em São Francisco (MG), cidade às margens do Velho Chico –, pois jura: não mexe com nada do outro mundo. Mas embora conte que procede de Juiz de Fora, cidade terrena da Zona da Mata mineira, o próprio não parece ser deste plano, não, vai ouvindo: com apenas as duas mãos, Fabrício Conde tira dos “instrumentos” sonoridades de outros mundos!

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702 – Ivan Vilela recebe Fabrício Conde e Paulo Castagna em nova rodada da Série Erudita Violas em Concerto

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Fotos de Fabrício Conde, acima e no destaque, ao lado do título: Ignácio Hamad/9º Sonamos Latinoamerica (Rosario, Argentina)

A unidade Pinheiros do Sesc da cidade de São Paulo promoverá hoje, 28, a partir das 2030, mais um concerto da Série Erudita Viola em Concerto, que tem curadoria de Ivan Vilela e se estenderá até dezembro. Natural de Juiz de Fora, cidade da Zona da Mata mineira, Fabrício Conde será a atração. O convidado de Ivan Vilela já venceu diversos prêmios tocando com maestria única suas violas, entre os quais o XIV Prêmio BDMG Instrumental (2014) e o I Concurso Instrumental Estúdio 66 (2012), realizado pelo Canal Brasil. Em 2010, Conde foi selecionado para o Projeto Rumos Coletivo, do instituto Itaú Cultural. Autor de quatro álbuns autorais, entre os quais está o mais recente, Fronteira, o músico acaba de chegar da Argentina, país no qual protagonizou festivais e concertos em várias provinciais e já participou de diversas coletâneas, entre elas Música Minas, lançada na Europa pela revista inglesa Songlines.

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686 – Giancarlo Borba (RS) e Fabrício Conde (MG) são atrações em festivais na Bolívia e na Argentina

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Os músicos Giancarlo Borba (Terra de Areia/RS) e Fabrício Conde (Juiz de Fora/MG) arrumaram as malas para representar o Brasil m festivais que ocorrerão nas vizinhas Bolívia e Argentina. Giancarlo Borba será atração em La Paz e Sucre, duas das mais importantes cidades bolivianas em shows do Festival Internacional da Canção Universitária e também em um Sarau Cultural da Embaixada do Brasil naquele país, no Centro Cultural Brasil Bolívia. Em La Paz, na sexta-feira, 16, a partir das 20h30, o microfone estará reservado ao gaúcho, após homenagem a Carlos López. Claudio Martinez (Chile) e Entre 2 Aguas (Bolívia) darão prosseguimento às cantorias da noite do Prefestival de la Canción Universitaria, em La Paz. 

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O giro de Fabrício Conde o levará para cidades argentinas como Rosario, na qual se encontrará com hermanos convidados para o 9º. Sonamos Latino Americano, que ocorrerá entre 15 e 24 de outubro. Deste Festival Internacional de Música Popular participarão Carota, Ñema y Tajá (Venezuela), Caravana de Colores (Argentina); Aracombó (México, Brasil e Cuba), Andrés Pilar (Argentina) e Cindy Gomes (Colômbia). O mineiro também é aguardado em Santo Tomé, Santa Fe, Villa María, em Córdoba, e Tucumán. De volta ao Brasil, Fabrício Conde tocará em São Paulo no dia 28 em mais uma rodada da Serie Erudita Viola em Concerto, que o Sesc Pinheiros promove com curadoria de Ivan Vilela.

Giancarlo Borba (RS)

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Nascido na cidade de Herval (RS), Giancarlo Borba passou a maior parte da infância no interior do município, em uma localidade conhecida como Vila Basílio. Ali, levava uma vida simples, morando em uma velha estação de trem. Autodidata,  aprendeu violão e passou a acompanhar grupos de bailes de campanha, alguns realizados onde nem luz elétrica existia! Simultaneamente, em casa, crescia escutando discos de vinil de músicas popular brasileira e regionais gaúchas. Em 1996, iniciou parceria com Osmar Hences, educador popular com grande conhecimento musical e poético: começava a construção de uma nova proposta musical tematizando hábitos simples da vida do gaúcho a pé, que vive à margem da sociedade, do lado de fora das cercas do latifúndio. 

Em busca de aprimoramento musical, Giancarlo Borba ingressou no curso de Licenciatura em Música da Universidade Federal de Pelotas (RS), em 1999, na qual atuou como monitor bolsista da disciplina Oficina de Instrumentos, que visava à construção de instrumentos a partir de materiais alternativos. Também atuou no projeto Arte e Saúde com doentes mentais e Oficina de Lutheria, no curso de construção de violinos. Ainda em 1999, formou o grupo Fuzarca com o qual construía seus próprios instrumentos a partir de sucata; participou de vários projetos, como o 277 da Prefeitura de Pelotas no Teatro Sete de Abril, show que teve bastante êxito e resultou na gravação do programa Palcos da Vida, da TVE-RS, no mesmo Teatro Sete de Abril, alem de vários programas de radio e televisão em Pelotas e região. 

No decorrer dos anos fez várias apresentações com o Fuzarca e também solo de voz e violão, além de participação em festivais. Em 2012, integrou o show e a gravação do DVD Tributo a Basílio, homenagem a Basílio Conceição, em Arroio Grande (RS). Atualmente, atua como arteducador popular e membro da Abra-Rede Brasileira de Arteducadores, ministra vários cursos de criatividade e transformação por meio das artes e oficinas de Eco-instrumentos (instrumentos feitos com sucata) com professores e crianças.

Giancarlo também é pesquisador das Culturas Populares e recentemente lançou o álbum Milongador, com um rico repertório de ritmos regionais do Sul. As canções apresentam roupagem moderna com arranjos de referências na música erudita, no folclore gaúcho, uruguaio, argentino e na música popular brasileira, mescladas com sons de vários objetos e instrumentos alternativos, feitos com diversos materiais. O autor vem mostrando o álbum em várias cidades e programas de rádio e televisão e já soma entre outras indicações o de melhor álbum da categoria MPB do I Prêmio Brasil Sul de Música,  realizado no Teatro Guarany (Pelotas), em 2014, e o de Artista Revelação no Prêmio Açorianos de Música.

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Agenda Giancarlo Borba

15/10, 16h30h,  CCBB, La Paz
16/10, 20h30, Auditório Salvador Romero, La Paz
20/10, 20h30, Teatro El Gran Mariscal, Sucre
21/10, 19h30, Teatro El Gran Mariscal, Sucre

 

 

Fabrício Conde (MG)

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O violeiro Fabrício Conde  é natural de Juiz de Fora (MG), cidade situada na Zona da Mata e recentemente conquistou o primeiro lugar do XIV Prêmio BDMG Instrumental de 2014. Em suas apresentações, o público ouve um repertório de composições autorais de um trabalho que conta com pesquisas sobre a música rural do Chile, Equador, Brasil e Argentina, afrocolombiana e afroperuana, tocadas com viola de cabaça e de cuatro venezuelano. Já conquistou prêmios cobiçados como o primeiro lugar do XIV Prêmio BDMG Instrumental de 2014, tocadas com viola de cabaça e de cuatro venezuelano.

Fabrício Conde alia em sua obra sensibilidade e virtuosismo, características que também já o levaram para várias apresentações fora do país; teve suas músicas apresentadas pela Rádio BBC e pela revista Songlines, de Londres. Professor de viola caipira, frequentemente recebe convites para ministrar aulas-espetáculo em diversas partes do Brasil e coleciona prêmios como o de Excelência em Viola Caipira do Instituto Brasileiro de Viola Caipira (2010). A discografia reúne o mais recente álbum autoral Fronteira, São de Viola, Viola da Mata, Histórias Contadas Sobre o Tempo, Music From Minas Gerais/Brazil, Fabrício Conde-Viola Brasileira, participação na coletânea do Prêmio Rozini de Excelência em Viola Caipira (2010) e Âncora (DVD). 

Além de músico, o juiz-forano é escritor, autor dos livros Causos, histórias e um pouco mais… e O Caminho das Asas, selecionado para a feira literária de Bologna, Itália. Dirigiu vários espetáculos teatrais e compôs a trilha sonora do filme Dulia.

12096116_1092837830728651_293980352495100252_n (1)Agenda Fabrício Conde

Dia 15 – Paraná, Argentina.
Dia 16 – Santo Tomé, Argentina.
Dia 17 – Santa Fe, Argentina.
Dia 18 – Rosario, Argentina.
Dia 20 – Villa María (Córdoba), Argentina.
Dias 22 e 23 – Tucumán, Argentina
Dias 28 e 29 –  Sesc Pinheiros, São Paulo

 

668 – Sesc Pinheiros (SP) promove com Renato Varoni e Marcus Ferrer segunda noite da Série Erudita Viola em Concerto

O Barulho d’Água Música acompanhou na noite de 30 de setembro a segunda rodada da Série Erudita Viola em Concerto, que entre agosto e dezembro, mensalmente, sempre na última quarta-feira de cada mês, oferecerá concertos, conferências e masterclasses com grandes nomes da viola instrumental brasileira, buscando mostrar a versatilidade deste instrumento que se confunde com a formação histórica do Brasil. Sob a curadoria do violeiro, compositor, pesquisador e professor Ivan Vilela , a Série buscará estabelecer relações, diálogos e contrapontos no intuito de contribuir para a ampliação e formação de repertório do público em geral.

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Os convidados do dia 30 de setembro foram os cariocas Renato Varoni e Marcos Ferrer. Varoni ministrou a palestra Os caminhos da viola no mundo urbano: Rio de Janeiro – século XIX, seguida pelo concerto de Marcos Ferrer. De acordo com ele, após a transferência da corte portuguesa para o Brasil em 1808 e com a recolocação de 15.000 membros da aristocracia no Rio de Janeiro, teve início um processo civilizatório que transformou política, econômica e culturalmente a então capital do país naquele começo de século XIX. O carioca teve de se adaptar a uma inusitada realidade, levando-o a incorporar novos costumes e a rejeitar outros que passaram a ser considerados ultrapassados.

Nesse contexto, a viola, um dos cordofones mais populares no país desde o século XVI, começou a cair em importância no Rio de Janeiro, enquanto o violão e seus similares como a viola francesa (ou “guitarra francesa”) ocuparam, gradativamente, o papel de principal acompanhador da música popular à medida que os anos 1800 avançavam. Renato Varoni apoiou-se em representações musicais na literatura e na iconografia da época paara durante a palestra mostrar como o declínio da viola no Rio de Janeiro esteve atrelado às disputas sociais mais amplas, resultando na desvalorização simbólica do instrumento ante forças que pretendiam europeizar e modernizar a cidade.

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Renato Varoni tem experiência na área de música popular brasileira como músico, professor e pesquisador. Dedica-se desde 2003 à investigação dos cordofones luso-brasileiros, e é especialista em viola de arame. Concluiu doutorado em Etnomusicologia pela Queens University Belfast com a tese Tuning in to the past: the viola and its representations in 19th century in Rio de Janeiro  e mestrado em Musicologia Histórica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com a dissertação Os caminhos da viola no Rio de Janeiro do século XIX , posteriormente ao Bacharelado em Música com habilitação em Música Popular Brasileira também pela UFRJ. Atualmente,escreve artigos sobre a viola e leciona temporariamente na Universidade Federal do Maranhão (MA).

O concerto que Marcus Ferrer apresentou no Sesc Pinheiros seguiu repertório baseado em acurada seleção de diversos compositores nacionais, entre os quais Guerra-Peixe (Prelúdio número 5), Villa-Lobos (Prelúdio número 2), Radamés Gnattali (Estudo número 5), Edino Krieger (Ponteando), Marisa Resende (Psiu!) bem como composições próprias, tais quais Modinha Prelúdio e Toada Serra Mar, além de peças criadas especialmente para o músico, como Casa de Ferrer, Viola de pau, de Jorge Antunes (DF). Nesta execução, o músico inovou utilizando um arco de violino para tocar uma das suas duas violas e a encerrou com a viola segura pela mão esquerda, em posição vertical com a frente voltada para a plateia e elevada enquanto a vibração das cordas e da batida que ele dera no tampo ressoavam pelo ar; Ferrer levou ao palco duas violas, uma das quais, centenária, tocou a maior parte do concerto, afinada em “rio abaixo”, e com a qual também executou ainda os chorinhos Magoado (Dilermando Reis), Carinhoso (Pixinguinha) e Odeon (Chiquinha Gonzaga); o violeiro Neymar Dias prestigiou o concerto e tocou a viola centenária após o encerramento do concerto.

12049618_992422467488790_5496190345852504206_nMarcus Ferrer é professor da UFRJ, doutor em Teoria e Prática da Interpretação, com a tese A viola de 10 cordas e o Choro: arranjos e análises, pela Universidade Federal do Estado do Rio/UniRio. Mestre em Composição, defendeu a dissertação Choros 4 e Suíte Retratos: o Choro visto por Heitor Villa-Lobos e Radamés Gnattali pela Escola de Música da UFRJ. Ferrer ainda é compositor, violonista e violeiro, além de fundador e integrante da Orquestra de Cordas Brasileira com a qual ganhou três prêmios Sharp: melhor grupo de música instrumental e melhor disco de música instrumental; e melhor disco de música instrumental com Chiquinho do Acordeon e Raphael Rabello. Classificou-se em terceiro lugar no II Prêmio Syngenta de Música Instrumental de Viola com Toada Serra Mar.

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Próximas atrações da Série Erudita Viola em Concerto

28 de outubro, 19 horas – Conferência com Paulo Castagna: A difusão das violas no Brasil, do século XVI ao início do século XIX/ 20h30 – Concerto: Fabrício Conde (Juiz de Fora/MG)
29 de outubro, 19 horas – Masterclass: A viola percussão de Fabrício Conde
25 de novembro –  Conferência com Lia Marchi: Entre Brasil e Portugal: viola e tradição/ 20h30 – Concerto: Duo Arcoverde, com André e Adelmo Arco Verde (Nazaré da Mata/PE)
9 de dezembro – Conferência com  José de Souza Martins: O Caipira, modos de ser e de não ser/ 20h30: Concerto: Duo Catrumano, com Rodrigo Nali e Anderson Baptista (Campinas/SP)
O Sesc Pinheiros fica na rua Paes Leme, 195,  a menos de 1.000 metros das estações Faria Lima da linha 4 Amarela do Metrô e Pinheiros da CPTM, com saída pela praça Victor Civita. Para mais informações telefone para 11 3095-9400 e visite sescsp.org.br/pinheiros.
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663 – Ivan Vilela recebe Renato Varoni e Marcos Ferrer em nova rodada da série Viola Erudita, do Sesc SP

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A Série Erudita Viola em Concerto que o Sesc Pinheiros apresentará mensalmente até dezembro, com curadoria do professor, pesquisador e compositor Ivan Vilela (Itajubá/MG) continuará nesta quarta-feira, 30 de setembro, com palestra de Renato Varoni a partir das 19 horas sobre o contexto da viola no Rio de Janeiro do século XIX. O tema constitui a tese de Doutorado do palestrante, obtida no Departamento de Etnomusicologia da Queens University Belfast (Irlanda do Norte).

Renato Varoni atua  na área de música popular brasileira como músico, professor e pesquisador. Dedica-se desde 2003 à investigação dos cordofones luso-brasileiros e tornou-se especialista em violas de arame. Interessa-se tanto pela pesquisa etnográfica das músicas de tradição oral e aural no Brasil, quanto pelo estudo interdisciplinar do fenômeno musical. Para participar da palestra, que terá 60 minutos e transcorrerá no auditório do 3º andar, será necessário retirar o ingresso com uma hora de antecedência.

Encerrada a participação de Varoni, Ivan Vilela chamará ao palco o músico carioca Marcus Ferrer para executar o segundo concerto da série dedicada ao universo das violas. Marcus Ferrer é professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), doutor em Teoria e Prática da Interpretação (com a tese A viola de 10 cordas e o Choro: arranjos e análises, pela UniRio), e mestre em Composição (dissertação Choros 4 e Suíte Retratos: o Choro visto por Heitor Villa-Lobos e Radamés Gnattali, pela UFRJ).

Marcos Ferrer também é compositor, violonista e violeiro, além de fundador e integrante da Orquestra de Cordas Brasileira, com a qual ganhou três prêmios Sharp: melhor grupo de música instrumental e melhor disco de música instrumental, além de melhor disco de música instrumental com Chiquinho do Acordeon e Raphael Rabello. Composições  de Ferrer já foram apresentadas nos Estados Unidos, na Dinamarca, na França e em Portugal e renderam o terceiro lugar do II Prêmio Syngenta de Música Instrumental de Viola, com  Toada Serra-Mar.

A venda de ingresso para ouvir Marcos Ferrer estará limitada a quatro por pessoa, com preços entre R$ 7,50 e R$ 25,00. Não será permitida a entrada após o início do espetáculo. O Sesc Pinheiros fica na rua Paes Leme, 195, há menos de 1.000 m das estações Faria Lima da Linha 4 Amarela do Metrô e Pinheiros da CPTM, esta com acesso pela Praça Victor Civita.

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