1130 – Ednardo (CE) rememora “Romance do Pavão Mysterioso” em duas rodadas, no Sesc Belenzinho (SP)*

Cantor e compositor que já conta com 45 anos de trajetória volta à São Paulo para apresentar com sua banda repertório do seu mais famoso disco, cuja faixa-título é inspirada em um clássico folhetim da literatura de cordel
* Com Eliene Verbena, Verbena Comunicações

A unidade Belenzinho do Sesc da cidade de São Paulo reservou o palco de seu teatro para as apresentações de Ednardo, um dos mais aclamados cantores e compositores do país. Natural de Fortaleza (CE), Ednardo e a banda de sete músicos que o acompanham – entre os quais o violeiro Manassés de Sousa, que participou da gravação do disco e assina trabalhos importantes da música brasileira desde a década dos anos 1970 — serão atração nos dias 1º e 2 de dezembro para relembrarem, na íntegra, as músicas do primeiro e mais famoso disco dele, Romance do Pavão Mysteriozo (veja detalhes na guia Serviços). Os shows integram o projeto Álbum da unidade, pelo qual o Sesc visa a remontar a memória da música brasileira por meio de registros fonográficos.

Continue Lendo “1130 – Ednardo (CE) rememora “Romance do Pavão Mysterioso” em duas rodadas, no Sesc Belenzinho (SP)*”

Anúncios

1124 – Sesc Santo André (SP) programa shows em tributo a Elizeth Cardoso e Catulo Cearense com Zezé Motta e Cláudio Nucci

Edvaldo Santana também foi convidado para apresentação na qual cantará sucessos do seu mais recente disco e da carreira, que já ultrapassa 40 anos, em um show intimista com voz e violão, guitarra e percussão

A unidade Santo André do Sesc de São Paulo programou para este começo de novembro apresentações com nomes marcantes da música popular brasileira. Na sexta-feira, 2, feriado dedicado aos Finados, a entidade receberia a cantora e atriz Zezé Motta para uma homenagem às canções imortalizadas na voz de Elizeth Cardoso, Divina Saudade. Amanhã, sábado, 3, Cláudio Nucci, Rodrigo Maranhão e Mariana Baltar interpretarão músicas do cancioneiro popular em lançamento do disco A Paixão Segundo Catulo, do Selo Sesc. E para o dia 9 o palco estará reservado ao cantor e compositor Edvaldo Santana, que apresentará entre outras músicas do seu oitavo disco, Só Vou Chegar Mais Tarde, com o qual  celebra mais de 40 anos de carreira.

Continue Lendo “1124 – Sesc Santo André (SP) programa shows em tributo a Elizeth Cardoso e Catulo Cearense com Zezé Motta e Cláudio Nucci”

1122 – “O Banquete dos Mendigos”: disco duplo de Jards Macalé e um coletivo de artistas que peitaram a ditadura completa 45 anos

Bolachão foi gravado ao vivo na cidade do Rio de Janeiro,  em clima tenso, com tropas dentro e fora do MAM e ficou seis anos “recolhido” até finalmente ser lançado em 1979, intercalando músicas e os 30 artigos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que, naquele dia, completava 25 anos

Com o blogue Criatura de Sebo e Jornal GGN

O Barulho d’água Música retoma a série Clássico do Mês para nesta mais nova atualização antecipar a comemoração do aniversário de 45 anos, que ocorrerá em 10 de dezembro, do álbum O Banquete dos Mendigos, gravado ao vivo, em 1973, no Museu de Arte Moderna (MAM), na cidade do Rio de Janeiro. E por que antecipar a matéria sobre este emblemático disco? Para recordar  nestes tempos em que há nuvens sombrias pairando sobre os valores e as instituições que promovem a democracia, o respeito e amor ao próximo, que o show que resultou na gravação do projeto dirigido por Jards Macalé comemorava, naquela ocasião, os 25 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, mas também tinha a função de chamar a atenção da população brasileira para a violação, em larga escala e sob aplicação de intensa violência, de direitos civis pelos militares que estavam no poder. Após a Comissão Nacional da Verdade, recentemente, entregar seu relatório oficial sobre as barbaridades cometidas em nome do Estado nos anos de chumbo, cobrou-se a punição aos crimes da ditadura, o fim de seus “entulhos” — resquícios como os “autos de resistência”, que ceifam a vida da juventude negra nas periferias do país, a perseguição às minorias que formam o segmento LGBT,  aos partidários de setores mais à esquerda do espectro político — que candidatos durante as mais recentes eleições voltaram a demonizar, atribuindo a adversários socialistas, por exemplo, pechas e rótulos que não só os desumanizam, como os transformam em “monstros”, trazendo das trevas, por exemplo, a ridícula crença de que “comunistas” são por si só homens maus e que estes “comem criancinhas”, como se dizia naquela época na qual as “fake news” já estavam por ai.   Continue Lendo “1122 – “O Banquete dos Mendigos”: disco duplo de Jards Macalé e um coletivo de artistas que peitaram a ditadura completa 45 anos”

1117 – Elifas Andreato estreia na literatura infantil com livro musicado por Tom Zé

Fábula escrita há quase 40 anos, que estava na gaveta do consagrado capista,  é lançada por editora premiada no segmento de obras didáticas;  antes de chegar às prateleiras das livrarias virou disco na voz do baiano tropicalista

O jornalista, artista gráfico e cenógrafo paranaense de Rolândia radicado em São Paulo Elifas Andreato, conhecido por conceber algumas das mais belas capas de discos de todos os tempos da música brasileira, muitas premiadas e expostas em mostras até fora do país ¹, acaba de estrear na literatura também como escritor de histórias infantis. Em 6 de outubro, em uma concorrida livraria da rua Fradique Coutinho, em São Paulo, seus amigos e fãs mais uma vez o prestigiaram, desta vez para o lançamento de A Maior Palavra do Mundo, uma Fábula Alfabética, que conta com 56 páginas ilustradas por Fê, considerado uma dos mais criativos ilustradores da atualidade.

A Maior Palavra do Mundo… é o abre-alas da nova fase da Palavras Projetos Editorias, liderada pelo editor Cândido Grangeiro e formada no segmento de didáticos, destacada por inúmeros títulos aprovados pelo Programa Nacional de Livros Didáticos (PNLD), e que, agora, aposta fichas também no segmento infanto-juvenil. Para Elifas Andreato levar o livro ao prelo, entretanto, demorou 37 anos, tempo no qual os originais ficaram na gaveta do autor. O trabalho teve origem a partir de uma das muitas histórias que Elifas contava para seus filhos quando eram pequenos: contos envolvendo as letras do abecedário.

Depois de pronta, Elifas Andreato enviou a obra para que um amigo especial a musicasse: Tom Zé. “Para mim, uma boa narrativa sempre vem acompanhada de música”, explicou o artista gráfico. Na época, Andreato gravou as composições feitas por Tom Zé em uma fita cassete, que os filhos acabaram levando à escola, fazendo com que toda a turma decorasse as canções e “cansassem” de brincar com as cantigas.

Capa e contracapa do disco de Tom Zé sobre as fábulas de Elifas Andreato

O projeto da fábula musical foi retomado no ano passado, dando origem, primeiramente, ao álbum para o público infantil Sem você não A, que Tom Zé lançou na semana do Dia das Crianças, em outubro de 2017. O livro e o CD, portanto, estão prontos, mas o projeto poderá ganhar, ainda um novo formato, agora como musical.

A Maior Palavra do Mundo, uma Fábula Alfabética envolve um mistério, que se inicia quando o ressentido Silêncio, habitante mais antigo daquelas terras, resolve sequestrar a Curiosidade, a regente de todas as letras. Para libertá-la, Silêncio propõe um enigma: descobrir qual a maior palavra do mundo: “Ela começa com E, tem pelo meio Amor, Alegria, Vontade, Amizade, Felicidade, Solidariedade, Respeito e acaba com as últimas das vogais”.

Antes de gravar o álbum Sem Você não A, Tom Zé ainda estava às voltas com a repercussão do disco de 2016, com temática sexual, Canções Eróticas de Ninar (2016). Guinou de um universo ao outro mostrando o quanto é eclético e sua obra abrangente em apenas 30 dias, após receber um convite do Sesc para apresentar algo novo como parte da programação da entidade para o Dia das Crianças de 2017, da qual ele seria atração. O baiano tropicalista tinha em seus armários a fita cassete que Elifas enviar e sacou que chegara a hora de , enfim, musicá-la. Recorreu a alguns amigos e na empreitada que arremataram em 30 dias buscou colocar elementos que são marcantes para a petizada, deixando  com cara de gente miúda o disco que tem participações de 
Leandro Paccagnella (bateria), Daniel Maia (violões), Paulo Lepetit (baixo, guitarras), Jarbas Mariz (percussões), Adriano Magoo (sanfona, teclados), Luanda, Andreia Dias, Daniel Maia e Jarbas Mariz (coro).

“As repetições, por exemplo. Crianças gostam muito de repetições, por isso eu fiz algumas poucas alterações nas letras do Elifas para colocar um pouco mais desse recurso, disse Tom, complementando: as letras seguiram a ideia central da fábula criada por Elifas Andreato, explicada minuciosamente no encarte. “Esta fábula não começa com ‘era uma vez…’ porque acontece no abecedário, terra onde vivem os habitantes do alfabeto”, explicou Elifas. A história em que “não há reis nem rainhas, nem princesas, sapos ou fadas” tem as letras como protagonistas. As maiúsculas precisam das minúsculas e as vogais, das consoantes. “Elas bem entendem que letra nenhuma escreve nada de fundamental sozinha.”

A música de Tom Zé para o episódio do enigma proposto pelo Silêncio (lembram dele?) mata a charada: “A maior palavra do mundo é eu / Eu, eu, eu, eu, digo eu / Simplesmente Eu / Eu, eu, eu, eu digo eu / Simplesmente eu.”  A música continua: “O Eu é tão gorduchão / É tão gigante grandão / Que o mundo é um pigmeu / Diante de um simples Eu / E como, não se sabe como”.

Tom Zé recordou que em shows de lançamento do disco no ano passado, no Sesc Pinheiros, e a reação das crianças a músicas como esta foi das mais gratas, conforme disse em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo. “Resolvemos usar elementos que usamos em shows, mas trocando símbolos para o universo infantil”, contou Tom. O capacete dos integrantes da banda, um artifício incorporado em outros shows de Tom Zé, era golpeado por um martelo. “Mas, se eu colocasse isso no show de agora e elas fizessem isso em casa, iriam parar no hospital. Trocamos então o martelo por frutas”.

Mas e o Silêncio, esse esperto que cria o conflito na história ao sequestrar a Curiosidade? Tom Zé fala sobre ele na música A Praga do Silêncio, valendo-se à vontade das repetições. “Eu vou te rogar uma praga / Praga, praga / Abracadabra te pega / pega, pega / Assim como flor arrancada do chão / Murcha, murcha, ah ah ah / Estrela tirada do céu / Apaga, apaga, apaga, apaga, apaga.” “Isso (no show) foi uma grande felicidade. As crianças subiram no palco, contra a orientação do próprio Sesc. Olha, quando eu fui fazer esse disco, pedi ao espírito que ele fizesse uma música interessante, e ele respondeu. As crianças, como escreveu alguém, são o mundo a começar de novo.”

Curiosidade fica presa para sempre, mas as letras começam a se solidarizar. Elas se juntam e começam a pensar no enigma, até que o A se desespera e foge para tentar resolver o caso sozinho. E quem se desespera agora são as outras letras, que sentem a falta que um A faz no alfabeto. O mágico G dá uma solução para o problema, quando faz descer do céu algumas de suas amigas estrelas. Elas ocupam as lacunas deixadas pelo A e fazem a leitura ainda possível. Alivia, mas não cura. “Sem você não haverá luas / Nem teremos o azul do mar pra navegar / Ai ai, hum hum / Sem você não A / Sem você não haverá canção”, canta Tom Zé na faixa-título Sem Você Não A.

As letras e as palavras passam por uma  revolução desde a chegada das novas tecnologias. Ao mesmo tempo em que as pessoas começaram a escrever mais, o tempo todo, nunca a língua portuguesa foi tão maltratada em abreviações de postagens em Twitter, Facebook e WhatsApp. Tom Zé acredita que o buraco é mais fundo. “Há mais de 20 anos que a universidade forma pessoas que não sabem ler, nem escrever. Antes da internet, a língua portuguesa já estava depreciada pelas autoridades públicas.”

O traço das ilustrações de Elifas Andreato não é conhecido apenas das capas de discos, como a antológica de Bebadosamba, de Paulinho da Viola: ele também é autor de cartazes que marcaram época como o da imagem central

¹Elifas Andreato nasceu em 1946. É jornalista, artista gráfico, capista e cenógrafo com carreira  permeada de trabalhos artísticos e jornalísticos; às vezes, simultâneos. Como mostra do reconhecimento pela qualidade de sua obra, recebeu diversos prêmios, entre eles:  em 1997, o Prêmio Sharp de Música pela capa do CD Bebadosambade Paulinho da Viola; em 1999, o Prêmio Aberje (Nacional e Regional) pela exposição itinerante O Brasil Encantado de Monteiro Lobato; em 2011, o Prêmio Especial Vladimir Herzog, concedido pelo Instituto Vladimir Herzog e outras entidades a pessoas que se destacam na defesa de valores éticos e democráticos e na luta pelos direitos humanos. Entre seus trabalhos mais conhecidos, vale mencionar o musical infantil Canção dos Direitos da Criançaem parceria com Toquinho, que ganhou os palcos em 2017.

Clique no linque abaixo para ler o livro de Elifas Andreato:

A Maior Palavra do Mundo, uma Fábula Alfabética

Leia também no Barulho d’água Música:

809 – Correios promovem em Brasília exposição que retrata 50 anos de carreira do artista plástico Elifas Andreato

 

1116 – Cátia França, Consuelo de Paula e Déa Trancoso cantam em “Mamelucas”, no Sesc Pompeia

Show é uma das atrações da I Mostra Elas em Cena, que terá encontros inéditos entre compositoras com o objetivo de proporcionar contato e  troca entre sonoridades e processos criativos de diferentes universos musicais

As cantoras e compositoras Cátia de França (PB), Consuelo de Paula (MG) e Déa Trancoso (MG) protagonizarão uma apresentação inédita no Espaço Cênico do Sesc Pompeia no próximo sábado, 13, como atração da I Mostra Elas em Cena. Em Mamelucas, nome dado ao show, as três revelarão sinergias, organicidades e cumplicidades, envoltas em muitas texturas cheias de profundos diálogos e espiritualidades, convidando o público a abraçar as composições poéticas, os sentires e os saberes da gênese cultural brasileira. O Sesc, que costuma ser britanicamente pessoal, marcou o início da cantoria para 21h30 e está limitando a venda de ingresso, já iniciada tanto pela internet, quanto na bilheteria da casa, a dois por pessoa (veja guia Serviços)

Continue Lendo “1116 – Cátia França, Consuelo de Paula e Déa Trancoso cantam em “Mamelucas”, no Sesc Pompeia”

1093 – Francesa Fabianne Magnant promove workshop e toca viola caipira em Curitiba (PR)

Repertório da compositora e intérprete passeia desde as feiras populares do Nordeste brasileiro aos elegantes concertos eruditos de casas europeias , passando por tradições ibérico-mouriscas e manifestações africanas
Marcelino Lima

A violonista e violeira francesa Fabienne Magnant, em turnê pelo Brasil, após passar pelas cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro, será atração em Curitiba neste sábado, 11 de agosto. Fabienne, primeiro, protagonizará das 14 às 17 horas um workshop durante o qual falará sobre suas formação musical e influências, seu encontro com a viola e também ministrará conselhos técnicos, mas apenas para previamente inscritos; mais tarde, a partir das 20 horas, promoverá para o público em geral um concerto solo. Ambos os eventos serão oferecidos pelo Sesc da Esquina, respectivamente no auditório e no teatro daquela unidade, com apoio de Fernando Deghi (Violeiro Andante) e Claudio Avanso (Viola & Cantoria).

Continue Lendo “1093 – Francesa Fabianne Magnant promove workshop e toca viola caipira em Curitiba (PR)”

1078 – Noneto de Casa, grupo paulista, é atração do Museu da Casa Brasileira (SP) neste domingo sem futebol

Repertório da banda  passeia por gêneros como samba, baião, afro-latin, maracatu e jazz e no show de domingo terá também sucessos de Hermeto Pascoal
Marcelino Lima, com assessoria de imprensa do MCB  (Foto do Noneto de Casa:  Lucas Mercadante)

A bola não vai rolar no domingo, 8, pela Copa do Mundo da Rússia, abrindo para quem curte além de futebol música de qualidade a possibilidade de conhecer o trabalho do grupo paulista Noneto de Casa, anunciado como atração do Museu da Casa Brasileira, situado em São Paulo. Com entrada franca, a apresentação está prevista para começar às 11 horas. Passeando por gêneros como samba, baião, afro-latin, maracatu e jazz, a banda apresentará músicas do terceiro e mais recente álbum da discografia, Resbucando, além de canções de Hermeto Pascoal cuja obra será revisitada no disco seguinte do Noneto de Casa.

Continue Lendo “1078 – Noneto de Casa, grupo paulista, é atração do Museu da Casa Brasileira (SP) neste domingo sem futebol”

1071 – “Café, Causo e Viola”, do Sesc São José dos Campos (SP), presta tributo a Inezita Barroso

Cantoria em homenagem à rainha da música caipira é uma das atrações de junho, mês que terá ainda naquela unidade apresentações de Victor Batista, Duo Purunga e Acordais, sem cobranças de entradas

Marcelino Lima

Oficinas, vivências, passeios, cinema e apresentações musicais compõem as atividades que o Sesc São José dos Campos promove a cada nova edição do projeto Café, Causo e Viola, que tem por meta integrar elementos marcantes da cultura regional e das tradições caipiras. Os concertos e cantorias são oferecidos ao som de violas e procuram tanto abrir espaços para músicos que estão começando suas trajetórias, como se verá no lançamento do álbum Viola Paulista (objeto de matéria na atualização anterior), quanto prestar tributos a expoentes nacionais que contribuem ou contribuíram para a divulgação, preservação e afirmação das modas de viola e seus gêneros correlatos. Dentro deste propósito, o mês de junho naquela unidade do Sesc do estado de São Paulo estará repleto de boas atrações, entre as quais um dos destaques é o tributo à rainha da música caipira Inezita Barroso, programado para o sábado, 9, e que porá a partir das 20 horas, no palco do Ginásio, Marcelo Jeneci, As Galvão, Maria Alcina, Consuelo de Paula e Claudio Lacerda. Em Canta, Inezita!, eles relembrarão sucessos consagrados pela ex-apresentadora do programa Viola, Minha Viola,  acompanhados por Ana Rodrigues (piano / acordeão), Zafe Costa (clarinete), Davi Martin (contrabaixo), Rafael Mota (bateria/percussão), Samuel Lopes (violoncelo) e Paulo Henrique Serau (violão/viola caipira/direção musical e arranjos).

O Ginásio do Sesc de São José dos Campos comporta público de até 650 pessoas. O ingresso para maiores de 16 anos está à venda nas bilheterias da unidade a preços que variam de R$9,00 e R$30,00.

Maria Alcina, Cláudio Lacerda, As Galvão, Marcelo Jeneci e Consuelo de Paula protagonizarão a homenagem a Inezita Barroso

Continue Lendo “1071 – “Café, Causo e Viola”, do Sesc São José dos Campos (SP), presta tributo a Inezita Barroso”

1070 – Concertos em São José dos Campos e em Araraquara lançam volume I do álbum “Viola Paulista”

Selo Sesc mapeou violeiros que moram no Estado de São Paulo e contribuem para a divulgação, a afirmação e a conquista de público. Mostra com 19 músicos ligados ao instrumento integra o disco de estreia, apresentado por Ivan Vilela

Marcelino Lima

A unidade São José dos Campos do Sesc de São Paulo promoverá na sexta-feira, 8, a partir das 19h30, o concerto de estreia do volume 1 do álbum Viola Paulista, que reúne 19 músicos de influências múltiplas, violeiros de formação, que têm em comum a paixão pela história e pelo som do instrumento de 10 cordas. Nesta primeira apresentação, que terá entrada franca e será coordenada pelo violeiro de Botucatu, Osni Ribeiro, o palco será compartilhado por Jackson Ricarte, Rodrigo Nali e Rafael, Bob Vieira e Zé Marcio Kaipira Urbano-Aratara. Além da cidade do Vale do Paraíba, também no dia 8, a partir das 20 horas, o álbum estará sendo lançado na unidade de Araraquara — depois a turnê de lançamento percorrerá outros seis municípios, incluindo a Capital. Na Morada do Sol vão se apresentar os músicos Ivan Vilela, Bruno Sanches, Leandro de Abreu, Reinaldo Toledo e Ronaldo Sabino.

Continue Lendo “1070 – Concertos em São José dos Campos e em Araraquara lançam volume I do álbum “Viola Paulista””

1058 – Violeiro Arthur Noronha busca afirmação além de Goiânia com primeiro disco autoral

Um novo violeiro começa a buscar espaço no seleto universo da rica e diversificada música regional brasileira a partir de Goiânia, cidade Capital do Estado de Goiás, onde nasceu e vive. E novo, neste caso, não é mera força de expressão para destacar um promissor nome que está surgindo em busca de afirmação já que Arthur Noronha, cantor e compositor instrumentista de viola caipira, conta apenas… 20 anos de idade! Em 2017, seu cartão de visita reivindicando este reconhecimento chegou às lojas e plataformas digitais e é com esta credencial que o talentoso rapaz pretende alçar voos mais altos, para além do Planalto Central, ganhando os palcos para apresentação do álbum de De Tudo de Mim, que reúne o material que guardava desde a infância.

Continue Lendo “1058 – Violeiro Arthur Noronha busca afirmação além de Goiânia com primeiro disco autoral”