Mineiro de Olhos d’Água, Wilson Dias é o aniversariante de hoje

Mineiro de Olhos d’Água, Wilson Dias compõe canções que retratam tradições do sertão mineiro e algumas de suas peças instrumentais soam belas quanto músicas clássicas (Foto: Marcelino Lima)

O violeiro e compositor Wilson Dias é o aniversariante de hoje, 8 de setembro e nós do Barulho d’água Música, que somos seus admiradores mais do que confessos, desejamos ao querido amigo natural de Olhos d’Água (MG), hoje residente em Belo Horizonte, muita alegria nesta data e sucesso sempre!

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“Sons da Tarde”, do SESC São Carlos, recebe banda Ruído Fino

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Apresentação da Ruído Fino no SESC de Presidente Prudente: shows são festas com ritmos brasileiros e de outros países que variam do soul ao instrumental

A banda Ruído Fino será a primeira atração de setembro do SESC de São Carlos e tocará pelo projeto “Sons da Tarde” neste domingo, 7, feriado da Independência,  às 15h30, na Praça de Convivência externa. Os shows do grupo são sempre dos mais animados, verdadeiras festas proporcionadas pela execução de canções que se destacam pela valorização do groove e pelas letras poéticas que extravasam as fronteiras do funk. O trabalho é marcado por passagens pelo soul, pop, MPB e instrumental, fortemente influenciado pelas obras de Stevie Wonder, Ed Motta, James Brown, Sandra de Sá, The Meters e Djavan.

A Ruído Fino é formada por Fabíola Ognibeni (voz e guitarra), William de Paula (teclado), Felipe Gianei (baixo) e Vinicius Suzuki, (bateria), além de contar com o apoio da forte seção rítmica de um duo de metais. Existe desde 2009 e já teve a canção própria «Permita-se calma», classificada para o Festival Interunesp de MPB de Ilha Solteira (SP). Participou também da abertura do show da banda Pato Fu no Festival da Cerejeira de Garça (SP). Desde 2013, a Ruído Fino vem se apresentando em diversas unidades do SESC do Interior paulista, nas quais  já contou com participações especiais das cantoras Nanny Soul e Izzy Gordon.

O SESC São Carlos fica na avenida Comendador Alfredo Maffei, 700.

Demais atrações do projeto Sons da Tarde:

14| Flor de Abóbora 21| Grupo Xotirado 28|Samba da Antiga

 

Wolf Borges abre programação de setembro do “Caldos com Sons Brasileiros”, no SESC Osasco

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Wolf Borges, mineiro de Ouro Fino, está há 30 anos na estrada e gravou álbuns em que faz experimentações e, entre outras vertentes, funde a música da terra natal com a dos Estados Unidos

O SESC Osasco abrirá a agenda de setembro do projeto “Caldos com Sons Brasileiros” convidando para esta quinta-feira, 4, Wolf Borges, de Ouro Fino (MG). A apresentação programada para o Deck da Cafeteria começara por volta das 19 horas e enquanto Borges estiver no palco a plateia poderá degustar a sopa da ocasião, à venda pelo preço único de R$ 6,50.

Autor de cinco álbuns, entre os quais “PDQJO Soul” (2013) e “Circo dos Sonhos, Wolf Borges há mais de 30 anos engajou-se na batalha de resgate e experimentação da música brasileira. O primeiro disco, “Ímpar” (1997), que gravou com Elder Costa, é considerado um marco da produção independente, elogiado pela qualidade mercadológica tanto pelos críticos, quanto pelo público. No mais recente, ele faz uma ousada fusão da música mineira com a norte-americana.

Em “Circo dos Sonhos”, produzido cuidadosamente por César Bottinha (guitarras e violões), o mineiro também promove uma sonoridade diferenciada com participações de Fátima Guedes, Toninho Ferraguti, Toninho Horta e João Paulo Amaral, entre outros artistas. As faixas apresentam texturas sofisticadas que atraem ouvintes dotados de maior sensibilidade estética, de amplos horizontes e de bom gosto.

Dono de timbre de voz privilegiado, Wolf Borges é ainda um dos parceiros de Rodrigo Zanc — o araraquarense gravou dele a música “Santo Rei” em seu álbum “Fruto da Lida” (2013).

 

Além de Wolf Borges, em setembro o projeto “Caldos com Sons Brasileiros” terá Cláudio Lacerda (dia 11), Fernando Caselato (dia 18) e Índio Cachoeira (dia 25). O SESC de Osasco fica na Avenida Sport Club Corinthians Paulista, 1.300, jardim das Flores, ao lado do campus da Unifesp.  

Pitanga em Pé de Amora lança segundo disco no auditório do Ibirapuera

O grupo Pitanga em Pé de Amora está convidando o público para o show de lançamento do álbum “Pontes para si”, o segundo desde que surgiu na cena musical paulistana e brasileira, em 2009. O evento ocorrerá no auditório do ginásio do Ibirapuera, bairro da zona Sul de São Paulo, a partir das 21 horas do sábado, 13 de setembro. Ingressos já podem ser comprados por meio do linque http://www.ingresso.com/sao-paulo/home/escolha/show/30272594/pitanga-em-pe-de-amora.

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O grupo Pitanga em Pé de Amora surgiu em 2009 e já em 2010 recebia a indicação de melhor banda paulistana,, na esteira do lançamento do álbum antecessor de “Pontes para si”

Flora Poppovic (voz, pandeiro, surdo e percussão); Diego Casas (violão e voz); Daniel Altman (violão de 7 cordas e voz); Angelo Ursini (clarinete, sax, flautas e escaleta); e Gabriel Setubal (trompete, violão e voz) apostaram em composições próprias e com foco na canção brasileira. As primeiras apresentações do quinteto já chamaram a atenção dos frequentadores da renomada Casa de Francisca, em São Paulo, e em pouco tempo a qualidade das composições e arranjos próprios abriu portas em importantes casas do circuito musical da cidade, como o SESC Pompéia, o Studio SP, o Tom Jazz, o Centro Cultural Vergueiro e o Espaço Cachuêra, local da gravação do primeiro disco, batizado com o nome do grupo. Corria 2010 e naquele mesmo ano o Pitanga em Pé de Amora ganhou da Revista Época o voto da “Banda nova – os melhores de São Paulo em 2010-2011”.

 “Pontes para si” tem participação de  Mônica Salmaso na faixa “Ceará”. Os dois álbuns estão disponíveis para serem baixados em www.pitangaempedeamora.com.br

Monica Salmaso 2wMônica Salmaso participa do segundo disco do Pitanga em Pé de Amora, que será lançado neste dia 13 de setembro, no Ibirapuera

Foto: Marcelino Lima (SESC Pinheiros, 21 de setembro de 2013)

 

Cláudio Lacerda

Cláudio Lacerda

O cantor e compositor paulistano Cláudio Lacerda agora também tem sua página própria no Barulho d’Água Música. Clique no título em vermelho e saiba mais a respeito do autor de “Cantador” (2010) e acompanhe a agenda de seus shows e eventos dos quais participará. Em breve, Luiz Salgado também será destacado pelo blog!

João Bá comemora 80 anos e lança “Cavaleiro Macunaíma” no SESC Itaquera

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João Bá, abraçado pelo violeiro Paulo Freire, é uma das referências para vários cantores e artistas que preservam a cultura popular e dedicam-se aos temas do sertão (Foto: Marcelino Lima)

O Brasil tem sido prodigioso em gerar compositores, músicos e escritores que com sua genialidade retratam e perpetuam as belezas dos sertões, sua gente e suas riquezas, seja o físico, aquele que tem suas vastas extensões territoriais, por exemplo, o agreste, seja aquele que Elomar define como “profundo”, no qual só se penetra por meio de portais como o que se abre a partir da pedra de Itaúna — ou seja, a porção mítica, imaginada, fantástica, que atravessa todos os tempos — ou também a que é  explicada por uma forma de ser, um estado de espírito, conforme o sentido roseano. O próprio menestrel sertanez que tornou-se dissidente do estado no qual nasceu, a Bahia (entendida apenas como Salvador, cidades do Recôncavo e litorâneas) por esta dar as costas ao e relegar o sertanejo, é um destes bardos, assim como vem sendo Levi Ramiro, Paulo Freire, Pereira da Viola e o foram João Guimarães Rosa, Luiz Gonzaga, João Cabral de Melo Neto, Ariano Suassuna e Dércio Marques.

O cantador, ator de cinema e teatro, e poeta João Bá também guerreia nesta cruzada e integra este panteão, e ainda hoje, no ápice dos seus 80 anos de idade, é um dos seus mais profícuos atalaias. Autor de mais de duzentas músicas, muitas gravadas por expoentes como Almir Sater, Diana Pequeno, Marlui Miranda, Hermeto Paschoal e o parceiro São Dércio, o menino que nasceu em Crisópolis  (BA) e que imediatamente após a queda do primeiro dente já se viu obrigado a trabalhar para ajudar no sustento da família de lavradores parece, ainda, morar dentro dele. A lida com a enxada e as dificuldades da infância pobre não impediram que já aos 12 anos João Bá começasse a compor e a cantar, sempre reverenciando e inspirando-se na natureza que o rodeava, tema recorrente até os dias de hoje em suas canções. Hoje cantador respeitado por onde passa e já visitou, a obra está reunida em sete discos independentes, além da participação em quatro faixas do álbum Aruanã, de 2005, lançado pela Warner-Chapelli/Y Records*.

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Com 80 anos completados e sete álbuns independentes, João Bá ainda carrega a alegria de um menino

“Cavaleiro Macunaíma”, a mais recente contribuição de João Bá na preservação e na divulgação destes universo e ânimo, está sendo lançado neste ano, justamente no qual ele torna-se octogenário, porém incansável. E vai ser apresentado ao público neste domingo, 31 de agosto, na Praça de Eventos SESC de Itaquera, em show entremeado por textos e movimentação cênica.. Acompanhado por Nanah Correia (voz e percussão), João Arruda (vocais e violas), Levi Ramiro (viola, violão e voz), Gabriel Levi (acordeom), Manoel Pacífico (percussão). João Bá subirá o palco às 19 horas.

O disco já está disponível e chega com cirandas, bois, toadas, xotes, repentes, batuques, canções populares de rendeiras e lavadeiras que falam de paisagens, personagens e ritmos da cultura popular brasileira. Participam da obra Toninho Carrasqueira, João Arruda, Ivone Cerqueira, Fernando Guimarães, Sérgio Turcão, Sérgio Teixeira e Edu Barreto, Levi Ramiro, Joaquim Celso Freire, Nádia Campos, e Rita de Cássia Costa, Déa Trancoso, Vidal França, Xangai, Gereba, Carlinhos Ferreira, Katya Teixeira, Ney Couteiro entre outros tantos cavaleiros.

O show faz parte do projeto “Festas Brasileiras- Brasis de Macunaíma” e  não será necessário retirar ingresso ou convites.

 

*Baixe a discografia de João Bá pelo linque http://quadradadoscanturis.blogspot.com.br/2014/01/joao-ba-discografia-para-download.html.

Abaixo a capa de três dos álbuns.

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Arnaldo Freitas traz sucessos de “Divisa das águas” ao SESC Osasco

Arnaldo Freitas aprendeu a tocar viola aos 8 anos
Arnaldo Freitas (Foto: Pedro Hummel)

 Arnaldo Freitas, violeiro nascido em Marília, no interior paulista,  um dos músicos integrantes desde 2006  do regional do programa do programa “Viola, Minha Viola”, será a atração do projeto “Caldos com Sons Brasileiros”, que o SESC de Osasco promoverá na quinta-feira, 28 de agosto. A apresentação do autor do álbum “Divisa das águas” (2010) começará às 19 horas no Deck da Cafeteria e poderá ser apreciada enquanto se degusta uma gostosa sopa, vendida ao preço único de R$ 6,50. Em caso de mal tempo, os organizadores costumam transferir o evento para a Tenda 1. O SESC fica na avenida Sport Club Corinthians Paulista, 1.300, no jardim das Flores, ao lado da Unifesp, com estacionamento gratuito.

 Com sua técnica apurada e interpretação emocionante, Arnaldo Freitas é considerado um dos principais violeiros da nova safra da música instrumental brasileira. Foi vencedor da categoria “Melhor instrumentista de viola do festival Voa Viola” . Neste show interpreta clássicos de mestres violeiros de todas as gerações como Tião Carreiro, Tinoco (Tonico e Tinoco), Helena Meirelles, Bambico, Inezita Barroso, Teddy Vieira, Gedeão da viola, Zé do Rancho, Serrinha, Tião do Carro, Goiano, Cacique (Cacique e Pajé), Almir Sater, Roberto Correa, além de comentar sobre as influências de cada um