1447 – Tramas Culturais da Casa Museu Ema Klabin aborda a obra de Heraldo do Monte (PE)*

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*Com Cristina Aguilera, Mídia Brazil Comunicação Integrada

A Casa Museu Ema Klabin, situada em São Paulo, promoverá nesta quinta-feira, 30 de setembro, das 17h às 18h30, a série Tramas Culturais com o tema Música fora dos cânones: Heraldo do Monte. O encontro proporá refletir a trajetória e a obra do musicista pernambucano, reconhecido por sua valiosa contribuição à música instrumental e será ministrado pelos músicos e pesquisadores  Ivan Vilela e Budi Garcia, com transmissão pela plataforma Zoom. A inscrição é gratuita e está aberta em https://emaklabin.org.br/tramasculturais/musica-fora-dos-canones-heraldo-do-monte.

Natural de Recife, Heraldo do Monte é considerado um dos primeiros a introduzir a viola de dez cordas na música popular brasileira instrumental, além de desenvolver sua própria estética de improviso com a guitarra. Em sua trajetória  integrou diversos grupos, entre eles o Quarteto Novo (1966), que criou ao lado de Hermeto Pascoal, Théo de Barros (violonista) e Airto Moreira (percussionista) e mesclava jazz, baião e forró.

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1039 – Dama Negra do Samba Rock, Geovana canta sucessos da carreira na Ema Klabin (SP). De graça!

Carioca da Tijuca que conviveu com Pixinguinha, a cantora despertou no cenário musical em 1971, tem dois álbuns gravados e músicas em parcerias com compositores como Beto Sem Braço

Marcelino Lima, com Cristina Aguilera, da Mídia Brasil Comunicação Integrada

A Casa-Museu Ema Klabin convidou para ser a atração do programa Tardes Musicais que promoverá  sem cobrança de entradas no sábado, 7 de abril, a cantora e compositora Geovana, que subirá ao palco a partir das 16h30, no espaço de eventos. Filha de senegaleses e batizada Maria Tereza Gomes, Geovana  despontou no cenário artístico  em 1971, quando apresentou Pisa Nesse Chão com Força, samba de sua autoria, na Bienal do Samba de São Paulo. De lá para cá gravou Quem tem Carinho me Leva (1975) e Canto pra Qualquer Cantar (1991), trabalhos que contribuíram para criar o título atribuído a ela: “A Deusa Negra do Samba Rock”.

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1036 – Ana Flor de Carvalho (SP) apresenta canções autorais na Fundação Ema Klabin

Cantora paulistana tem estreita relação com a cultura popular e a carreira musical é influenciada pelo pai e mestre Tião Carvalho, líder do Grupo Cupuaçu
Marcelino Lima, com Cristiane Aguilera (Mídia Brazil Comunicação Integrada)

A Casa-Museu Ema Klabin receberá neste sábado, 24 de março, Ana Flor de Carvalho, em apresentação prevista para começar às 16h30. A oportunidade é das melhores para quem ainda não conhece Ana Flor, pois a entrada será franca e o público poderá ouvir composições autorais tais como Carroça, Ai de mim, Casa de Madeira, Salomé, Treta, Tum Tum, Delito, Jurandir, Meu xuxu, Murro cego e Pipoca. Paola Gibram (sanfona, teclado e vocais), Angela Coltrim (sax, flauta e vocais), Guilherme Kafé (guitarra e vocais), Tomás Bastos (baixo e vocais) e Ariel Coelho (percussão e vocais) acompanharão a cantora e compositora.

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985 – Magda Pucci ministra “Tramas Culturais”, na Ema Klabin (SP), quatro aulas sobre música indígena brasileira*

* Com Cristina Aguilera, Midia Brazil Comunicação Integrada

A Fundação Ema Klabin promoverá a partir de 3 de agosto, em quatro sessões, sempre às quintas-feiras a partir das 19h30, Tramas Culturais, programa que conta com apoio do edital do ProAC ICMS que traçará panoramas sobre a música no universo indígena brasileiro, orientado pela musicista e pesquisadora Magda Pucci. A inscrição é gratuita, mas somente serão disponibilizadas 30 vagas por meio do portal da entidade, cujo endereço virtual é emaklabin.org.br

A proposta dos encontros será desenvolvida por meio de atividades de escuta, de contextualização e de prática musical, apoiada ainda por vídeos, música  e troca de ideias durante as aulas.  Magda Pucci buscará, assim, estimular o conhecimento e a reflexão sobre as culturas indígenas do Brasil, em âmbito artístico e antropológico, relacionando-as ao repertório musical e buscando compreendê-las em sua diversidade cultural, aproximando os participantes dos universos sonoros de povos como Paiter Suruí (RO), Kaingang (RS), Ikolen-Gavião (RO), Xavante (MT), Kaiowá (MS), Kayapó (PA), Maxacali (MG), Huni-Kuin (AC) e Alto Rio Negro (AM). 

A musicista Magda Pucci é pesquisadora da música de vários povos, formada em Regência pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), Mestre em Antropologia pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP) e Doutoranda em Creative Arts and Performance pela Universidade de Leiden (Holanda). Diretora musical do grupo Mawaca há 21 anos, a experiência de Magda Pucci com a temática indígena se aprofundou durante o Mestrado em Antropologia, sob orientação de Carmen Junqueira e Betty Mindlin. É autora de diversos livros, entre os quais o guia didático  Outras terras, outros sons (Callis), com Berenice de Almeida, os livros para crianças De todos os cantos do mundo (Companhia das Letrinhas) e Contos Musicais (Leya), com Heloisa Prieto; A Floresta Canta – Uma expedição sonora por terras indígenas do Brasil (Peirópolis) e a Grande Pedra (Saraiva), também em parceria com Berenice de Almeida. Produziu o álbum e o DVD Rupestres Sonoros – O canto dos povos da florestaEm outubro de 2017, Magda e Berenice lançarão o livro Cantos da Floresta acompanhado de um disco e um portal com 150 atividades para professores, projeto que conta com apoio do edital do PROAC-SP e Natura, a ser lançado pela Editora Peirópolis.

 

Casa-Museu Ema Klabin comemora dez anos

A Fundação Ema Gordon Klabin, situada na Rua Portugal, 43, Jardim Europa, na zona Sul paulistana, é uma ótima opção de cultura e de lazer.  A casa-museu reúne mais de 1.500 obras, entre pinturas do russo Marc Chagall e do holandês Frans Post, dos modernistas brasileiros Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Portinari e Lasar Segal; talhas do mineiro Mestre Valentim; mobiliário de época, peças arqueológicas e decorativas. Neste ano completa dez anos de atividades ininterruptas, abrindo as portas ao público entre quarta-feira e domingo, das 14 às 17 horas (com permanência tolerada até às 18h), sem agendamento prévio, com entrada entre R$ 5,00 (meia) e R$ 10,00 (inteira). Aos finais de semana e nos feriados não cobra o ingresso. Para mais informações há o telefone  11 3897-3232

 Serviço:

Tramas Culturais: A Música no Universo Indígena

Horário: 19h30, sempre às quintas-feiras

1º encontro – 03/08: 

  • Abertura: Música Krenak Po Hamek– canto e movimento. Saudação.
  • Reflexão sobre história dos Krenak
  • Constituição de 1988. Direitos indígenas
  • Quem são eles?
  • Escuta de diversos exemplos sonoros (Tukano, Huni-Kuin, Bororo, Pakaa Nova, Kayapó)

2º encontro – 17/08:

  • Relação entre mito e música – Cosmologia
  • Akoj´ té– princípio da humanidade – Ikolen-Gavião 
  • Bichos de Palop e Koi txãgareh – Paiter Suruí
  • Reflexões sobre a oralidade como eixo das culturas indígenas.

3º encontro – 31/08:

  • Espiritualidade e a voz
  • Ñamandue seus cantos-rezas – Mbyá Guarani
  • Mamo oymé Tekoha – território-  Guarani Kaiowá 
  • Huni Meka– Huni Kuin

4º encontro – 14/09:

  • Grafismo e música
  • Pinturas rupestres, petróglifos e geoglifos
  • Pintura corporal e seus simbolismos
  • Instrumentos musicais e seus significados