918 – Museu da Casa Brasileira retoma apresentações dominicais em São Paulo com quatro concertos de orquestras

O Museu da Casa Brasileira (MCB) retomará a partir de 12 de março as concorridas apresentações gratuitas que sempre a partir das 11 horas e aos domingos lotam as dependências do terraço do prédio, com capacidade para até 400 pessoas, situado no bairro paulistano de Pinheiros. Nesta que será a 18ª edição do projeto Música no MCB, a Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo programou uma série de quatro concertos com orquestras que executam estilos musicais variados, evidenciando a versatilidade deste tipo de formação. A temporada será aberta pela Orquestra Pinheiros, que reúne integrantes do Coral Esporte Clube Pinheiros (ECP) e oferecerá à plateia É Pop!, sob a regência de Murilo Alvarenga. O repertório recordará canções de conjuntos e artistas populares da música internacional, entre os quais The Beatles e Queen, mescladas a musicais da Broadway, em um formato inédito. Além do coral, haverá “canjas” com cantores convidados.

Repertório da Orquestra Pinheiros divulgado pelo MCB*:

01. The Fifth of Beethoven (L.v. Beethoven)/02. The Best of Earth and Fire (medley)/03. Bohemian Rhapsody (Freddie Mercury)/04. Beauty and The Beast (Alan Menken)/05. Body and Soul (J. Green)/06. Miss Celie’s Blues (Quincy Jones & Rod Temperton)/07. Oblivion (Astor Piazzolla)/08. Chiquilin de Bachin (A. Piazzolla & H. Ferrer)/09. Lady Madonna (Lennon & McCartney)/10. Something (G. Harrison)/11. Hey Jude (Lennon & McCartney)/12. Phantom Medley (Andrew Lloyd Webber)/13. Memory (Andrew Lloyd Webber)/
14. Feeling Good (A. Newley & L. Bricusse)/15. New York, New York (J. Kander & Fred Ebb)
16. Can’t Take My Eyes Off You (Frank Valli & B. Gaudier)/17. My Way (J. Reavux, C. François & Paul Anka)
18. Happy (Pharrel Williams)

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800 – Barulho d’água Musica completa discografia do violeiro, compositor e professor Ivan Vilela (MG)

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O compositor, arranjador, pesquisador e professor universitário Ivan Vilela (Itajubá/MG) forneceu ao Barulho d’água Música arquivos de sua obra fonográfica que incluem álbuns hoje raros como Hortelã e Vereda Luminosa, Teatro do Descobrimento e Espiral do Tempo. Ivan Vilela é considerado um dos mais talentosos violeiros de todos os tempos no Brasil e não apenas em seu meio já que é muito respeitado entre os colegas músicos de todos os segmentos e ainda na Academia, ambiente no qual ajudou a despertar o interesse pelas pesquisas e produções cujo tema é a viola caipira e o universo rural a ela associado, incluindo costumes e o linguajar em variados períodos desde a colonização por Portugal. É autor de Cantando a própria história – Música caipira e enraizamento, livro da Editora da USP (Edusp). 

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757 – Casa do Núcleo (SP) recebe concerto Prisma, do Duo Bico de Pena

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O Duo Bico de Pena tem 22 anos de estrada (Foto: Andreia de Souza, acima e  no destaque)

A Casa do Núcleo receberá na sexta-feira, 11, o Duo Bico de Pena, para executar o concerto Prisma, a partir das 21 horas. Formado por Renato Camargo (flauta) e  Angelique Camargo (violoncelo), no primeiro bloco o Duo Bico de Pena apresentará algumas das composições e arranjos mais significativos que produziu em 22 anos de carreira, seguidos de peças inéditas nas quais explora experiências novas como as vozes de ambos, em improvisos coletivos que visam a atingir o desafio de expressar a riqueza da música brasileira pelas entrelinhas de suas composições e arranjos.

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669 – Chorinho, big band, quinteto de metais, recital e violonista italiano: curta o Musica MCB em outubro. De graça!

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O Museu da Casa Brasileira (MCB), situado em agradável imóvel situado na avenida Brigadeiro Faria Lima, 2705, no bairro paulistano de Pinheiros, oferece todos os domingos, às 11 horas, o projeto Música no MCB, por meio do qual o público pode curtir sem pagar ingresso apresentações de variados estilos musicais — do caipira ao erudito, passando pelo jazz contemporâneo e pelo samba, por exemplo. Para a primeira atração de outubro, o palco estará reservado neste dia 4 ao grupo Panorama do Choro Paulistano Contemporâneo, criado pelos percussionistas Yves Finzetto e Roberta Valente com o objetivo de registrar e divulgar a expressão atual do choro produzido em Sampa.

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631- Ícone da cultura popular, parceiro de Dércio Marques e Elomar, João Bá (BA) comemora aniversário hoje

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O menino que logo que perdeu o primeiro dente teve de começar a calejar as mãos no cabo da enxada, no sertão baiano, assim que fez 12 anos também já compunha iniciando a trajetória e a obra gravada por nomes como Almir Sater e que registra parcerias com Dércio Marques e Elomar (Foto: Marcelino Lima/Acervo Barulho d’água Música)

O Barulho d’água Música não poderia baixar as portas do boteco sem registrar com a mais pura felicidade que neste primeiro de setembro transcorreu o aniversário do poeta, cantor, compositor, ator e eterno menino João Bá (Crisópolis/BA), músico dos mais admirados e queridos sobretudo porque, recentemente, não fosse o amor de amigos, familiares e fãs irmanados em uma corrente de solidariedade e fé estaríamos nesta data amargando um triste silêncio. Foram dias difíceis em meados de abril, mas do Norte ao Sul e de todas as partes do Brasil chegaram contribuições e preces evitando que a canoa dele virasse e complementando a competente intervenção cirúrgica da equipe do médico Rodrigo Quintela, do Hospital Octaviano Neves, de Belo Horizonte (MG), onde nosso bacurau cantante livrou-se dos incômodos do sistema urinário.

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Alegria com apresentação no Sesc Interlagos (SP) marca retorno de João Bá (BA) aos palcos

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Daniela Lasalvia, Esther Alves, João Arruda, Galba, Danilo Bá, João Bá, Nanah Correia e Levi Ramiro na cantoria Prosa de Mestres promovida pelo Sesc Interlagos (Foto: Marcelino Lima)

 

A apresentação do cantor, compositor, ator e poeta João Bá (BA) voltou a se apresentar em público após o período de internação e recuperação, em Belo Horizonte (MG), da cirurgia pela qual teve de ser submetido, em março, para correção de um delicado problema no sistema urinário. Do alto de toda meninice e alegria dos seus mais de 80 anos, João Bá cantou e proseou com o público que acompanhou na tarde de 30 de abril a cantoria Prosa de Mestres, que o Sesc de Interlagos (SP) promoveu no Viveiro de Plantas como parte dos eventos do projeto Pétala por Pétala, que destaca por meio da instalação Territórios da Mata vários aspectos relacionados à fauna, à flora e às atividades de preservação e exploração sustentável do bioma Mata Atlântica. O show coordenado pelo cantor, compositor e multi-instrumentista João Arruda (SP) juntou ainda Esther Alves, João Galba, Danilo Bá (filho de João), Nanah Correia e Levi Ramiro. A cantora Daniela  Lasalvia estava na plateia e foi convidada a cantar com João Bá Cachoeira do Aracá, faixa que ambos gravaram com Pereira de Manaus no álbum do baiano Pica-pau Amarelo. Luiz Carlos Bahia, coautor de Chapéu de Palha (que fez parte do repertório em Interlagos e que Arruda incluiu em Celebra Sonhos), também estava no público.     

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Colabore com o bem estar do músico e compositor João Bá, nosso querido irmão mais velho!

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João Bá, poeta e cantador das belezas do sertão, parceiro de Dércio Marques e de Elomar, entre tantos outros bardos da música de resistência, já tem sete álbuns independentes; ao fundo o amigo João Arruda

 

Amigos e seguidores:

João Bá, compositor e cantor querido, está necessitando de procedimento cirúrgico e exames devido a recentes problemas no aparelho urinário. Está bem de saúde, mas por ser já octogenário e não poder aguardar pelo atendimento do sistema público (SUS), amigos como João Arruda se cotizaram e estão arrecadando contribuições para que estes cuidados necessários à manutenção do bem estar do nosso irmão mais velho sejam conseguidos, o mais breve possível, pela rede privada. Os dados da conta corrente para doações seguem abaixo. Em nome do nosso público, desde já o Barulho d’água Música agradece aos que ajudarem!

Banco do Brasil

Agência: 1515-6
Conta poupança: 43.672-0
Variação: 51
CPF: 338.594.288-88
Nome: João G A V Rodrigues     

Sobre João Bá 

O Brasil tem sido prodigioso em gerar compositores, músicos e escritores que com sua genialidade retratam e perpetuam as belezas dos sertões, sua gente e suas riquezas, seja o físico — aquele que tem suas vastas extensões territoriais em estados como Minas Gerais, Bahia, Piauí, Pernambuco: o agreste –; seja aquele que Elomar Figueira de Melo define como “profundo” — no qual só se penetra por meio de portais como o que se abriria a partir da pedra de Itaúna, ou seja, a porção mítica, imaginada, fantástica, que atravessa todos os tempos —; ou também a que é  explicada por uma forma de ser e de agir, um estado de espírito, conforme se depreende do sentido roseano. O próprio menestrel da quadra das águas perdidas que tornou-se sertanez por dissidência do estado no qual nasceu — a Bahia entendida apenas como Salvador, cidades do Recôncavo e litorâneas por esta dar as costas ao e relegar o sertanejo –, é um destes bardos, assim como vem sendo Levi Ramiro, Paulo Freire, Pereira da Viola e o foram João Guimarães Rosa, Luiz Gonzaga, João Cabral de Melo Neto, Ariano Suassuna e Dércio Marques.

O cantador, ator de cinema e teatro, e poeta João Bá também guerreia nesta cruzada e integra este panteão, e ainda hoje, no ápice dos seus 80 anos de idade, é um dos seus mais profícuos atalaias. Autor de mais de duzentas músicas, muitas gravadas por expoentes como Almir Sater, Diana Pequeno, Marlui Miranda, Hermeto Paschoal e o parceiro São Dércio, o menino que nasceu em Crisópolis  (BA) e que imediatamente após a queda do primeiro dente já se viu obrigado a trabalhar para ajudar no sustento da família de lavradores parece, ainda, morar dentro dele. A lida com a enxada e as dificuldades da infância pobre não impediram que já aos 12 anos João Bá começasse a compor e a cantar, sempre reverenciando e inspirando-se na natureza que o rodeava, tema recorrente até os dias de hoje em suas canções.

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Hoje cantador respeitado por onde passa e já visitou, a obra está reunida em sete discos independentes, além da participação em quatro faixas do álbum Aruanã, de 2005, lançado pela Warner-Chapelli/Y Records*.

Cavaleiro Macunaíma é a mais recente contribuição de João Bá na preservação e na divulgação destes universo e ânimo. O álbum ganhou noite de lançamento em agosto de 2014 no SESC Itaquera, justamente no ano durante o qual ele tornou-se octogenário, porém incansável. O disco reúne cirandas, bois, toadas, xotes, repentes, batuques, canções populares de rendeiras e lavadeiras que falam de paisagens, personagens e ritmos da cultura popular brasileira. Participam da obra Toninho Carrasqueira, João Arruda, Ivone Cerqueira, Fernando Guimarães, Sérgio Turcão, Sérgio Teixeira e Edu Barreto, Levi Ramiro, Joaquim Celso Freire, Nádia Campos, Rita de Cássia Costa, Déa Trancoso, Vidal França, Xangai, Gereba, Carlinhos Ferreira, Katya Teixeira, Ney Couteiro entre outros tantos cavaleiros.

Comprar os  CDs do João Bá (Cavaleiro Macunaíma, Amigo folharal e 50 anos de carreira) também é uma bela maneira de ajudá-lo neste momento. Basta escrever mensagem  para Nanah Correia pelo endereço virtual nanahcorreia22@yahoo.com.br!

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Dea Trancoso recebe Consuelo de Paula em apresentação na Casa do Núcleo (SP)

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Dea Trancoso e Consuelo de Paula cantaram e emocionaram o público, que as prestigiou bem de pertinho, apresentando canções das discografias de ambas e declamando poemas (Fotos Marcelino Lima)

A Casa do Núcleo, espaço que promove e fomenta várias atividades relacionadas à cultura, abriu suas portas no último final de semana de setembro para o “Especial Déa Trancoso”, durante o qual a cantora e poetisa de Almanara (MG) recebeu amigos para apresentações musicais, promoveu oficinas e uma exposição de imagens do marido, o fotógrafo Marcelo Oliveira.

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João Bá comemora 80 anos e lança “Cavaleiro Macunaíma” no SESC Itaquera

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João Bá, abraçado pelo violeiro Paulo Freire, é uma das referências para vários cantores e artistas que preservam a cultura popular e dedicam-se aos temas do sertão (Foto: Marcelino Lima)

O Brasil tem sido prodigioso em gerar compositores, músicos e escritores que com sua genialidade retratam e perpetuam as belezas dos sertões, sua gente e suas riquezas, seja o físico, aquele que tem suas vastas extensões territoriais, por exemplo, o agreste, seja aquele que Elomar define como “profundo”, no qual só se penetra por meio de portais como o que se abre a partir da pedra de Itaúna — ou seja, a porção mítica, imaginada, fantástica, que atravessa todos os tempos — ou também a que é  explicada por uma forma de ser, um estado de espírito, conforme o sentido roseano. O próprio menestrel sertanez que tornou-se dissidente do estado no qual nasceu, a Bahia (entendida apenas como Salvador, cidades do Recôncavo e litorâneas) por esta dar as costas ao e relegar o sertanejo, é um destes bardos, assim como vem sendo Levi Ramiro, Paulo Freire, Pereira da Viola e o foram João Guimarães Rosa, Luiz Gonzaga, João Cabral de Melo Neto, Ariano Suassuna e Dércio Marques.

O cantador, ator de cinema e teatro, e poeta João Bá também guerreia nesta cruzada e integra este panteão, e ainda hoje, no ápice dos seus 80 anos de idade, é um dos seus mais profícuos atalaias. Autor de mais de duzentas músicas, muitas gravadas por expoentes como Almir Sater, Diana Pequeno, Marlui Miranda, Hermeto Paschoal e o parceiro São Dércio, o menino que nasceu em Crisópolis  (BA) e que imediatamente após a queda do primeiro dente já se viu obrigado a trabalhar para ajudar no sustento da família de lavradores parece, ainda, morar dentro dele. A lida com a enxada e as dificuldades da infância pobre não impediram que já aos 12 anos João Bá começasse a compor e a cantar, sempre reverenciando e inspirando-se na natureza que o rodeava, tema recorrente até os dias de hoje em suas canções. Hoje cantador respeitado por onde passa e já visitou, a obra está reunida em sete discos independentes, além da participação em quatro faixas do álbum Aruanã, de 2005, lançado pela Warner-Chapelli/Y Records*.

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Com 80 anos completados e sete álbuns independentes, João Bá ainda carrega a alegria de um menino

“Cavaleiro Macunaíma”, a mais recente contribuição de João Bá na preservação e na divulgação destes universo e ânimo, está sendo lançado neste ano, justamente no qual ele torna-se octogenário, porém incansável. E vai ser apresentado ao público neste domingo, 31 de agosto, na Praça de Eventos SESC de Itaquera, em show entremeado por textos e movimentação cênica.. Acompanhado por Nanah Correia (voz e percussão), João Arruda (vocais e violas), Levi Ramiro (viola, violão e voz), Gabriel Levi (acordeom), Manoel Pacífico (percussão). João Bá subirá o palco às 19 horas.

O disco já está disponível e chega com cirandas, bois, toadas, xotes, repentes, batuques, canções populares de rendeiras e lavadeiras que falam de paisagens, personagens e ritmos da cultura popular brasileira. Participam da obra Toninho Carrasqueira, João Arruda, Ivone Cerqueira, Fernando Guimarães, Sérgio Turcão, Sérgio Teixeira e Edu Barreto, Levi Ramiro, Joaquim Celso Freire, Nádia Campos, e Rita de Cássia Costa, Déa Trancoso, Vidal França, Xangai, Gereba, Carlinhos Ferreira, Katya Teixeira, Ney Couteiro entre outros tantos cavaleiros.

O show faz parte do projeto “Festas Brasileiras- Brasis de Macunaíma” e  não será necessário retirar ingresso ou convites.

 

*Baixe a discografia de João Bá pelo linque http://quadradadoscanturis.blogspot.com.br/2014/01/joao-ba-discografia-para-download.html.

Abaixo a capa de três dos álbuns.

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