1435 – Só o antidepressivo não está ajudando, mano(a)? Aí: ouça Kleber Albuquerque. E sem moderações: não há contraindicações!

#MPB #MúsicaPsicoativaBrasileira #WesternSpaghetti #BangBangÀItaliana #CulturaPopular

O Barulho d’água Música recebeu da Sete Sóis Produções Artísticas, estabelecida em Atibaia (SP), os álbuns Os Antidepressivos Vão Parar De Funcionar e CONTRAVENENO, os dois mais recentes do cantor, compositor, e artista gráfico Kleber Albuquerque, o segundo gravado em parceria com Rubi. Kleber Albuquerque, que também escreve composições para o teatro, é paulista de Santo André indicado, em 2018, para o 29º. Prêmio da Música Brasileira e vencedor dos prêmios da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA) e Coca-Cola Femsa, Suas canções já foram gravadas por artistas como Fábio Jr., Zeca BaleiroCeumarVanuza, Eliana Printes e Márcia Castro, entre muitos outros.

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1429 -TV Dandô começa a transmitir conteúdos artísticos que incluem concertos, curtas-metragens e oficinas

#MúsicaBrasileira #CulturaPopular #Dança #Poesia

O premiado Dandô – Circuito de Música Dércio Marques expandiu ainda mais a sua atuação artística com o lançamento em 16 de agosto da TV Dandô, um novo veículo para divulgação de conteúdos inéditos que serão disponibilizados pelo canal Youtube (http://youtube.com/circuitodandobr), sempre a partir das 20 horas. A programação é das mais ecléticas e oferecerá novidades sobre os concertos que o Dandô oferece, espetáculos virtuais exibidos na íntegra, entrevistas exclusivas com os artistas participantes do circuito e convidados, depoimentos, homenagens, clipes, lives, curtas-metragens e oficinas, entre outras ações e manifestações culturais.

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1422 – Série sobre violeiras do Brasil destaca Letícia Leal (MG), coautora de Urutu, autodidata e hoje regente de Orquestra

#ViolaCaipira #ViolaInstrumental #ViolaBrasileira #MúsicaCaipira #MúsicaIndependente #TeófiloOtoni #BeloHorizonte #MG #MinasGerais #CulturaPopular 

Em 23 de julho, ao publicarmos a atualização 1416, iniciamos aqui no Barulho d’água Música, com o perfil de Cláudia Morais, uma série dedicada às violeiras do Brasil como forma de apoiar e de reforçar a campanha que um grupo delas promove para que em âmbito nacional se articulem, por meio do canal Violeiras do Brasil. A meta é que consigam a valorização da produção cultural do segmento feminino da viola, da mulher musicista, produtora e gestora cultural. Nesta nova matéria, a destacada é Letícia Leal, mineira de Teófilo Otoni e uma das pontas de lança do movimento ao lado de Cláudia, da conterrânea Sol Bueno, da pernambucana Laís de Assis e da goiana Paula de Paula.

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1419 – Tuia (SP) lança novo álbum ao vivo com interpretação intimista de seu repertório

#MPB #MúsicaIndependente #CulturaPopular #GravadoraKuarup #Jacareí

Disco Ao Vivo e Só traz canções da carreira solo de dez anos e ganha edição exclusiva nas plataformas digitais

O álbum Tuia, Ao Vivo e Só que estreia nas plataformas digitais pela Produtora e Gravadora Kuarup, é o segundo disco ao vivo da carreira do cantor e compositor Tuia, o primeiro deles em formato voz e violão. O disco que traz canções em formato intimista com acústica “folk” foi gravado com versões exclusivas de várias músicas e fases da carreira solo de Tuia, entre 2010 e 2020, em São José dos Campos, no interior de São Paulo, em abril de 2021 no estúdio AS. O registro foi feito em uma única sessão para evidenciar ora a delicadeza, ora a aspereza do violão de aço e a interpretação doce e rasgada do músico Tuia. São nove faixas ao todo, entre as quais músicas que não são muito tocadas nas apresentações os com a banda por terem estilo mais intimista, caso das canções À Mexicana, música do primeiro disco de 2010 que tem influência flamenca misturada com música regional; Bar de Beira, De Repente, canção inédita e mais pop folk atual, além da recente Flores da Manhã, parceria com Guarabyra, lançada como single e que conta com a participação de Zeca Baleiro.

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1409 – Mestiça, múltipla: Helena Badari (SP) chega sem medo, avisa que merece mais e reivindica com Orí Gem sua afirmação*

#MPB #CulturaPopular 

*Com Osni Dias

Em parceria com Luiz Waack, este é um disco para abrir olhos: celebra novos compositores e revela um repertório diversificado e renovador, com participações de Zélia Duncan e Zeca Baleiro

As tradicionais audições que promovemos aos sábados pela manhã aqui no boteco do Barulho d’água Música, em São Roque (SP), começaram neste dia 3 com Orí Gem, primeiro álbum de Helena Badari, cantora, compositora e violonista natural de Joanópolis (SP). Distribuída pela Tratore, com 12 faixas, Orí Gem chegou ontem, 2, às plataformas digitais de todo o país e revela a parceria entre Helena e o músico e produtor musical Luiz Waack, um dos integrantes da superbanda de Edvaldo Santana (ave, Lobo Solitário!).

Este ótimo trabalho em dupla, produzido em Piracaia (SP), resultou em um repertório diversificado e renovador que permitiu a Helena desenvolver como quem emite uma opinião ativa toda sua versatilidade de intérprete e compositora de linha de frente, que, para ficar em uma expressão popular comumente mal empregada, mas que resumirá seus múltiplos dons, verte o (santo) balacobaco dos capazes de nos provocar arrepios; como diz seus versos, Helena Badari é flecha certeira que leva na ponta chama para emocionar, surpreender, conquistar almas, corações e mentes e se afirmar no concorrido universo da MPB vamos combinar, sem tentar mudar de assunto: nem sempre generoso com talentos como o dela e que prefere badalar quem vende antigases e telefones, por mais que ser garota propaganda que canta também possa ser legítimo neste mercado.

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1406 – Rainer Miranda de Brito (SP/PI) lança quarto álbum da série Áspero, concebida para a viola em realejo

#ViolaInstrumental #ViolaNordestina #ViolaBrasileira #ViolaDeDezCordas #CulturaPopular #Univasf #Piauí

As seis faixas de A comitiva de notícias e outras histórias foram gravadas artesanalmente e em fita cassete, com encarte feito à mão, e em breve estarão nas plataformas digitais

Rainer Miranda de Brito, violeiro e antropólogo radicado em São Raimundo Nonato (PI)

Compositor do Interior paulista, nascido em Votorantim, cidade da região de Sorocaba situada a cerca de 110 quilômetros da capital São Paulo, Rainer Miranda de Brito, atualmente residente em São Raimundo Nonato (PI) é violeiro autodidata e antropólogo. Conforme declarou recentemente em entrevista ao jornalista Antonio Carlos da Fonseca Barbosa, da Revista Ritmo Melodia, Rainer desenvolve no estado nordestino como docente da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), situado no campus Serra da Capivara, um projeto de extensão para ensino e fomento da viola de dez cordas no semiárido piauiense, o VÁRIA Artes e violas na Caatinga. Em um perfeito casamento entre os ofícios de professor universitário e de músico, como um dos métodos e estratégias para resgate e afirmação de uma das possíveis afinações para a viola de dez cordas, a realejo, há sete anos ele vem lançando álbuns da série batizada Áspero, que define como “melodias estranhas para estórias de povos de lugar algum” ou “uma empreitada de narrativas instrumentais de uma viola de dez cordas”.

A série começou em fevereiro de 2014, com Queda & Regresso, prosseguiu com Duas Derradeiras, de maio de 2017, e a Casa de Héstia, de março do ano passado. Neste mês, a obra que Rainer espera completar com seis volumes ganhou o quarto: A comitiva de notícias e outras estórias, cujo repertório narra “estórias sobre a chegada de notícias em um pequeno povoado, uma carta de lembranças entre irmãos e boatos sobre a menina que seguindo um assovio na caatinga deixou de ser gente para ser um pé de espinheira”. Todas as músicas dos quatro títulos já disponíveis de Áspero podem ser ouvidas e baixadas a partir do portal que o autor desenvolveu para dar suporte ao projeto — gratuitamente, inclusive –, mas para o álbum mais recente a novidade é que A comitiva… também foi gravado e produzido em fita cassete!

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1357 – Filpo Ribeiro e A Feira do Rolo (SP) destacam em apresentações online “Contos de beira d’água”*

#Rabeca #MúsicaNordestina #MúsicaBrasileira #CulturaPopular

*Com Tambores Comunicações

As tradicionais audições matinais aos sábados, aqui no cafofo do Barulho d’água Música, em São Roque (SP), começaram no dia 20 de janeiro com Contos de beira d’água, álbum gravado em 2017 e que tem distribuição pela Tratore, de Filpo Ribeiro e A Feira do Rolo. O grupo paulista, na estrada desde 2014, vai protagonizar várias apresentações virtuais ao vivo (as chamadas “lives”) dentro do projeto Rabecada a partir de hoje e até 20 de março, sempre aos sábados e aos domingos, conforme agenda publicada ao final desta atualização, com apoio e divulgação da Tambores Comunicações. Para assisti-los, basta entrar no canal do grupo cujo endereço é https://www.youtube.com/c/FilpoRibeiroeaFeiradoRolo.

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1333 – Ana Lee mergulha no melhor da MPB com “Labirinto Azul”, terceiro álbum da carreira*

#MPB #MusicaIndependente #CulturaPopular

#UseMáscara

#ForaBolsonaro

Disco pode ser comparado a um colar cujas perolas são refinadas canções de consagrados e novos autores e cujos temas que tecem o fio abordam a passagem do tempo, o amor e a desorientação dos dias atuais, em delicada, mas vigorosa interpretação 

*Com Sergio Fogaça

A cantora paulistana Ana Lee está de volta trazendo para seu público o álbum Labirinto Azul, o terceiro da carreira, já disponível nas plataformas digitais e também em mídia física, com distribuição confiada à Tratore. Labirinto Azul chega com as bênçãos de músicos como Zeca Baleiro, Swami Jr., Paulo Bira, Lincoln Antonio, Mané Silveira, além de André Magalhães e Itamar Vidal, que participam do disco e coproduziram o trabalho com Ana Lee, entre outros; mescla canções inéditas com outras de autores tradicionais do nosso cancioneiro, trazendo temas diversos, como a passagem do tempo, o amor e a desorientação neste momento histórico que atravessamos em 2020. Cada canção foi escolhida com o acuro que se dedica a extrair do eclético mar da música brasileira pérolas verdadeiras, figurando novos e consagrados autores com refinada poesia, jongo, ciranda, samba, interpretação e arranjos sensíveis e particulares para resultar em um colar de inigualável e de quilate valioso. A beleza da voz e a força interpretativa de Ana Lee conduzem o fio, cuja raridade também resulta da capacidade da intérprete de pensar e de sentir a música na complexa dinâmica da contemporaneidade.

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1300 – Fique em casa com boas músicas ouvindo playlists e lançamentos da gravadora Kuarup

Selo disponibiliza seleções de sucessos de cantores e compositores de seu catálogo e anuncia novos discos de Tuia Lencioni e das irmãs Célia e Celma

#Fiqueemcasa #ForaBolsonaro

Em tempos de pandemia por conta da propagação do novo coronavírus (Covid-19), ouvir boas músicas pode nos ajudar a cumprir a quarentena com mais tranquilidade e aliviar, ao menos, parte dos pesares que possam abalar o espírito. A Kuarup, que recentemente disponibilizou nas plataformas de streaming duas listas com sucessos de artistas que gravaram álbuns pelo selo (As Mais Tocadas e Renato Teixeira e Convidados), mesmo impedida de promover novos lançamentos com a presença de público, realizando, por exemplo, os seus já tradicionais pocket-shows em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, segue anunciando a chegada de novos álbuns às lojas e às plataformas, aumentando a oferta que em seu catálogo já é uma das mais ricas e ecléticas do mercado fonográfico. Dentre estes mais recentes discos, a Kuarup destaca Tuia, Versões de Vitrola 1, com Tuia Lencioni, e 50 anos Duas Vidas Pela Arte Ao Vivo, das irmãs Célia e Celma.

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1295 – Déo Miranda (SE) abre o peito, mas em seu segundo álbum autoral bate duro contra nossas hipocrisias e mazelas do país

Sem medo de atacar quem precisa, falando o que pensa e o que sente, cantor e compositor sergipano vai do micro ao macro valendo- se da poesia, da sonoridade do rock e do linguajar regional nordestina para abordar temas cotidianos como violência urbana e política

O cantor, compositor e poeta Déo Miranda, residente há 14 anos em Mogi das Cruzes, cidade paulista situada na Região Metropolitana da Capital de São Paulo, lançou em julho do ano passado (como parte do 11º Festival de Inverno Serra do Itapety) Poesia Dura, Língua Ferina, Coração Justo. O álbum com 10 faixas é o segundo da carreira de Miranda, artista nascido em Aracaju, capital do estado do Sergipe, e na estrada desde 1989 atuando também como produtor cultural — à frente da Malungada Produtos Culturais, tornou-se idealizador, por exemplo, entre outras iniciativas, do Festival de Arte Popular do Alto Tietê. Poesia Dura, Língua Ferina, Coração Justo indica um momento de releitura do artista em relação à própria trajetória cujo embrião foi bandas de punk e hardcore como Cleptomania, Sublevação e Karne Krua, passando ao longo de seu amadurecimento pelo universo das cantorias e do regionalismo, que sempre fizeram parte de sua alquimia musical e estão entre suas paixões; neste gênero, destacou-se no grupo Batequejé e com o quarteto Cantadores dos Quatro Cantos, entre outros.

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