1008 – Grupo de São Roque (SP) grava álbum de serestas e serenatas para comemorar cinco anos de atividades

O Barulho d’água Música acompanhou na noite de sexta-feira, 8 de dezembro, o lançamento do registro livre musical do Grupo de Choro, Seresta e Serenata de São Roque, cidade do Interior de São Paulo. O evento transcorreu no Restaurante Kim onde os onze músicos tocaram e cantaram sob a coordenação da maestrina Mari Dineri [Moraes de Camargo] canções consagradas de autores como Lupícinio Rodrigues; Paulo VanzoliniLuiz Ayrão; Noel Rosa; Cartola; Vinícius de Moraes, Garoto e Chico Buarque; Dominguinhos e Nando Cordel,e Waldir Azevedo, entre outros. A maioria parte das músicas consta entre as 15 faixas do álbum que destaca ainda três composições de Pixinguinha — entre as quais Carinhoso, que, neste ano, completa um século; Jacob do Bandolim (Doce de Coco); Pedro de Sá Pereira e Ary Pavão (Chuá Chuá); Lúcio Cardim (Matriz ou Filial); Canção de Amor (Elizete Cardoso). O Grupo deu início à apresentação com Seresta (Newton Teixeira, Alvarenga e Ranchinho) e, em seguida, Edson D’aisa interpretou, dele, São Roque em Noite de Seresta. O público também foi brindado com Nervos de Aço, de Lupicínio, e Eu Sonhei que Estavas tão Linda, de Lamartine Babo e Francisco Matoso, interpretada por Zé do Nino. Jorge Maciel, convidado que veio de São Vicente (SP), relembrou entre outros, Sentimental Demais (Altemar Dutra). 

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924 – Instituto Juca de Cultura recebe Déo Lopes, baluarte da música regional do Vale do Paraíba

O cantor e compositor Déo Lopes está comemorando 30 anos de carreira e mostrará parte de sua obra como convidado do Instituto Juca de Cultura no domingo, 2 de abril, a partir das 17 horas. O músico, natural da paulista Santo Antonio da Alegria, hoje residente no Vale do Paraíba, começou a trilhar a estrada profissional em 1980 promovendo apresentações em espaços concorridos como os palcos do Lira Paulistana, Fulô da Laranjeira, Tuquinha, Centro Cultural Vergueiro, Sesc Pompeia, em São Paulo, e Vila dos Artistas, em Osasco. Públicos dos estados de Minas Gerais, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Bahia, e Goiás, entre outros, também o prestigiaram neste período que configura seu jubileu de pérola; sem jamais renegar os próprios valores, nestas três décadas Déo Lopes compôs exprimindo anseios, amores, e crenças, além de respeito à ecologia e ao meio ambiente.

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746 – Inaugurada no Morro da Serrinha, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), a nova sede do Centro Cultural Casa do Jongo

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A nova sede do Centro Cultural Casa do Jongo possui dois pavimentos construídos no Morro da Serrinha, em Madureira, e oferece atividades diversas relacionadas à manifestação que entrou no país com negros bantos e também ocorre em São Paulo, Sul da Bahia e várias cidades fluminenses (Foto acima e no destaque, ao lado do título: Beth Santos/Prefeitura do RJ/Fotos Públicas)

Os mantenedores, frequentadores e beneficiários da Organização não-Governamental (OnG) Grupo Cultural Jongo da Serrinha, estabelecida no Morro do Serrinha, em Madureira, bairro carioca, está festejando a conquista da nova sede do Centro Cultural Casa do Jongo, aberta desde o domingo, 29. A Casa do Jongo, que é um ritmo precursor do samba, agora dispõe de dois andares que passaram por desapropriação antes de serem totalmente reformado pela Prefeitura do Rio de Janeiro. O novo espaço ocupa cerca de 2.000 metros quadrados. Oferecerá além de ambiente para rezas e terreiro para Jongo e Capoeira auditório, com projetor, para 30 pessoas; estúdios; salas e oficinas para danças, cursos profissionalizantes, de artes e de exposições permanentes; lojas; refeitório e escritórios administrativos. O projeto do térreo seguiu proposta paisagística com pedras portuguesas compondo mosaicos em referência a desenhos africanos.

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