Barulho d'Água Música

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924 – Instituto Juca de Cultura recebe Déo Lopes, baluarte da música regional do Vale do Paraíba

O cantor e compositor Déo Lopes está comemorando 30 anos de carreira e mostrará parte de sua obra como convidado do Instituto Juca de Cultura no domingo, 2 de abril, a partir das 17 horas. O músico, natural da paulista Santo Antonio da Alegria, hoje residente no Vale do Paraíba, começou a trilhar a estrada profissional em 1980 promovendo apresentações em espaços concorridos como os palcos do Lira Paulistana, Fulô da Laranjeira, Tuquinha, Centro Cultural Vergueiro, Sesc Pompeia, em São Paulo, e Vila dos Artistas, em Osasco. Públicos dos estados de Minas Gerais, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Bahia, e Goiás, entre outros, também o prestigiaram neste período que configura seu jubileu de pérola; sem jamais renegar os próprios valores, nestas três décadas Déo Lopes compôs exprimindo anseios, amores, e crenças, além de respeito à ecologia e ao meio ambiente.

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Canto de Julho, em Osasco (SP) acaba dia 2 de agosto, mas ainda tem Bilo Mariano, All Sapão, Roger Guitarra e Capim Novo entre as próximas atrações

capim novo

A banda de ritmos nordestinos Capim Novo vai encerrar o 18º Canto de Julho e promete transformar o Largo de Osasco em um pedaço do sertão tocando xote, baião, xaxado e rastapé

Osasco, situada na região Metropolitana Oeste de São Paulo e colada à Capital, entre outras características e peculiaridades marcantes, sempre teve veia fértil que faz brotar artistas dos mais notáveis e talentosos, em todas as formas de expressão cultural. Para ficarmos apenas na música e para contextualizar o quanto ela pulsa em Oz, vale a pena recordar que a cidade — que merece glorioso capítulo na história do país por ter mostrado os dentes e as armas  à recente ditadura militar, por meios de movimentos como a célebre greve da Cobrasma, ou por meio da luta e do sacrifício de próceres como Carlos Lamarca e José Campos Barreto (Zequinha) –, abrigou a I Festa Popular da Música em maio de 1968, no acanhado palco do anfiteatro o colégio Nossa Senhora da Misericórdia, ruidoso evento promovido nos moldes dos festivais de música da época, patrocinado pela Prefeitura cujo governo cabia a Guaçu Piteri, do MDB à ocasião, e de quem emprestaremos para este artigo as memórias presentes em um dos textos do seu blogue (ver https://guacu.wordpress.com/2009/07/13/a-historia-de-osasco-em-imagens-10/).

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