1015 – Contribua para a volta do “Oscar da Viola Caipira”, prêmio nacional de incentivo à cadeia produtiva da viola

Ficará aberta somente até 27 de janeiro a campanha que por meio de uma das plataformas nacionais de crowdfunding visa a arrecadar contribuições para a realização de nova edição do Prêmio Nacional de Excelência da Viola, que os organizadores divulgam como sendo “O Oscar da Viola Brasileira”. A meta é atingir ao menos R$30 mil, montante que permitiria promover, ainda neste ano, a quarta edição do evento, nos moldes das anteriores, e acolher inscrições para mais de 20 categorias — das quais, cinco de cada, receberão certificados e troféus que serão entregues aos indicados n“A Noite de Gala da Viola”. Aos contribuintes estão previstas recompensas que variam de acordo com o valor cedido e que incluem, por exemplo, o direito de chancelar o evento com suas marcas, obtendo, assim, destaque em todas as divulgações diárias em mídias sociais como Facebook, Instagram, Twitter e mídia espontânea, além de outros benefícios a serem negociados.

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999 – Paraná guarda com carinho e saudade a obra de Romano Nunes, o Cabelo, desde menino exímio violonista

“O violão de Cabelo vale por uma orquestra inteira. Só assim para dar noção do talento desse músico paranaense. Mas, mesmo prevenido, você ainda pode sofrer de queixo caído quando ouvir a mágica” Beto Feitosa**, crítico musical fluminense

O Paraná despediu-se em 27 de fevereiro de 2015 de João Batista Nunes, um dos mais talentosos e virtuosos multi-instrumentista do Estado. Cabelo, como ficou conhecido pelos admiradores de todo o país, também utilizava o nome artístico Romano Nunes, sofria de trombose e morreu na véspera, em Curitiba, em consequência do entupimento de uma das vias do coração por um coágulo, após sofrer uma queda. O corpo do músico que estava com 65 anos encontra-se sepultado em Jacarezinho– cidade para a qual a família se mudou em 1951 (oriunda da terra natal, Carlópolis) formada pelos pais, Juvêncio Antônio e Rosa, e mais quatro filhos — um deles a menina Maria Margarida, com a qual, aos 7 anos, João Batista já cantava no programa A Bola da Semana, produzido em Jacarezinho. Aos 17 anos, levando entre os itens da bagagem a primeira guitarra elétrica, Cabelo trocou o Interior pela Capital, onde apesar da natureza humilde e tímida amadureceu profissionalmente, desenvolvendo a maior parte da carreira de violonista, de violeiro, de cavaquinista e de guitarrista, além de compositor, diretor musical e arranjador.

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975 – Viola Quebrada (PR) vai à final do 28º PMB com “Meus Retalhos”; concorrentes são de Jundiaí (SP) e de São Leopoldo (RS).

O disco Meus Retalhos poderá render ao grupo de Curitiba (PR) Viola Quebrada o troféu de melhor da categoria Regional do 28º Prêmio da Música Brasileira (PMB), que será entregue no Rio de Janeiro, em 19 de julho. O álbum lançado em 2015 concorre com Trilhando o Rio Grande (Grupo Rodeio) e Forró por aí (Serelepe), conta com 13 faixas e é o sexto da trajetória do Viola Quebrada — referência não apenas no Sul do país de boa música caipira e de raiz que entremeia às composições próprias clássicos como Flor do Cafezal e Queria, ambas de Luiz Carlos Paraná. O mais recente trabalho apresenta composições e arranjos inéditos para ritmos variados em temas contemporâneos como a defesa da natureza; êxodo rural; fé e festejos populares; e amor, além de outros comuns ao cotidiano do sertanejo conforme leituras de Oswaldo Rios (voz e violão) e Rogério Gulin (violão e viola caipira); ambos formam o grupo com Rubens Pires (acordeon), Sandro Guaraná (contrabaixo) e Marco Saldanha (percussão), além da voz de Mari Amatti. Traz, ainda, parcerias com Consuelo de Paula, Paulo Freire, Rubens Pires, Etel Frota, Chico Lobo, João Evangelista Rodrigues e Roberto Prado. Katya Teixeira, em Flor de Algodão, Álvaro e Daniel, e Daniel Vicentini (viola caipira) em Linda Flor do Paraná, também participam.

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837 – Cantariar, novo álbum de Kátya Teixeira, consagra 21 anos de carreira e parcerias em andanças pelo Brasil profundo

A cantora, instrumentista e compositora paulistana Katya Teixeira ocupará o palco da unidade Belenzinho do Sesc da cidade de São Paulo no sábado, 9 de abril, para lançamento a partir das 21 horas de Cantariar, álbum com o qual comemora a chegada aos 21 anos de carreira. Idealizadora do premiado e já na terceira temporada projeto Dandô –Circuito de Música Dércio Marques, o perfil de Katya Teixeira é o de pesquisadora e artista que percorre vários estados garimpando saberes e sonoridades que constituem a cultura popular, dedicação que entre os parceiros e amigos renderam a ela o carinhoso apelido de “Katya Trecheira”. Entre uma parada e outra nestas viagens pelo Brasil profundo, ela incorpora à obra manifestações culturais autênticas do nosso país, sempre guardando reverência aos mestres que a estimulam e a influenciam, além de formar profícuas parcerias musicais que ao mesmo tempo a consagram, consolidam seu nome como referência no meio e revelam novos valores no rico âmbito da música  regional.

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733- De volta à Curitiba (PR), agora no Teatro Paiol, Viola Quebrada lança “Meus Retalhos”

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O palco do Teatro Paiol, uma das mais tradicionais casas de espetáculo de Curitiba (PR), estará reservado para receber na noite de sexta-feira, 20, mais uma apresentação do Viola Quebrada, grupo da cidade que está lançando o sexto álbum, intitulado Meus Retalhos. O show começará às 20 horas.

O Viola Quebrada iniciou a turnê do show Meus Retalhos em São Paulo e depois percorreu seis cidades paranaenses, entre setembro e outubro. O disco tem 13 faixas e reforça não apenas no Sul do país o trabalho do grupo como referência de boa música caipira e de raiz, com composições próprias mescladas a clássicos como Flor do Cafezal e Queria, ambas de Luiz Carlos Paraná.

Em São Paulo o disco foi lançado no auditório da Galeria Itaú Cultural em 17 de setembro, com participações de Mari Amatti e Consuelo de Paula. A plateia ouviu naquela ocasião, ainda, Valeu, de Paulo Leminski, e As mocinhas da cidade (Nhô Belarmino e Nhá Gabriela)*; Valeu se tornou conhecida em 1981 na voz de Paulinho Boca de Cantor (Santa Inês/BA) e As mocinhas da cidade é considerada como o segundo hino do Paraná.

Meus Retalhos reúne composições e arranjos inéditos para ritmos variados, elaborados nos mais recentes seis anos por Oswaldo Rios (voz  violão)e Rogerio Gulin (violão e viola caipira), que formam o grupo com Rubens Pires (acordeon), Sandro Guaraná (contrabaixo) e Marco Saldanha (percussão), e assinaram parcerias também com Consuelo de Paula, Paulo Freire, Rubens Pires, Etel Frota, Chico Lobo, João Evangelista Rodrigues e Roberto Prado. Katya Teixeira, em Flor de Algodão, Álvaro e Daniel, e Daniel Vicentini (viola caipira) em Linda Flor do Paraná, também participam do álbum.

O Teatro Paiol fica na Praça Guido Viaro, sem número, em Prado Velho, Curitiba.

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650- Viola Quebrada (PR) lança “Meus Retalhos”, álbum com o qual percorrerá seis cidades paranaenses

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O Viola Quebrada  iniciou com shows em São Paulo e em Curitiba a turnê do show Meus Retalhos que marcará o lançamento do álbum homônimo, de 13 faixas, sexto trabalho do grupo que está estabelecido na capital paranaense. O Viola Quebrada é uma referência não apenas no Sul do país de boa música caipira e de raiz e entremeia a composições próprias clássicos como Flor do Cafezal e Queria, ambas de Luiz Carlos Paraná, que incluiu no repertório que trouxe ao auditório da galeria Itaú Cultural, em São Paulo, na noite de quinta-feira, 17 de setembro. Nesta apresentação, com as participações de Mari Amatti e Consuelo de Paula, a plateia ouviu, ainda, Valeu, de Paulo Leminski, e As mocinhas da cidade (Nhô Belarmino e Nhá Gabriela)*; Valeu se tornou conhecida em 1981 na voz de Paulinho Boca de Cantor (Santa Inês/BA) e As mocinhas da cidade é considerada como o segundo hino do Paraná.

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646 – Viola Quebrada (PR) inicia em Sampa turnê de lançamento do sexto álbum, “Meus Retalhos”

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O Grupo Viola Quebrada já é uma referência não apenas em Curitiba (PR), mas também em todo o sul do país de boa música caipira e de raiz e será o público paulistano quem terá a primazia de vê-lo apresentar o primeiro show da turnê do álbum Meus Retalhos, novidade que mostrará na noite de quinta-feira, 17 de setembro, a partir das 20 horas, no auditório da Galeria Itaú Cultural. Sexto disco do Viola Quebrada, Meus Retalhos reúne composições e arranjos inéditos para ritmos variados, elaborados nos mais recentes seis anos por Oswaldo Rios e Rogerio Gulin em 13 faixas que incluem as participações de Consuelo de Paula – que se apresentará com o grupo tanto em São Paulo, quanto em Curitiba — Paulo Freire, Rubens Pires, Etel Frota, Chico Lobo e Roberto Prado. 

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603 – Oswaldo Rios e Rogério Gulin dão sequência ao Circuito Dandô nas gaúchas Caxias do Sul e São Marcos

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Em mais duas rodadas do Dandô Circuito de Música Dércio Marques o público das cidades gaúchas de Caxias do Sul e de São Marcos poderão curtir as apresentações de Oswaldo Rios e de Rogério Gulin, integrantes do grupo paranaense Viola Quebrada. Em Caxias do Sul, a cantoria está marcada para começará às 20 horas da quarta-feira, 12 de agosto, na Sala de Teatro Valentim Lazzarotto, casa na qual serão recepcionados por violeiros locais. No dia seguinte, a partir do mesmo horário, Rios e Gulin ocuparão o palco do Auditório Municipal Joaquim Grizzon, junto à Prefeitura Municipal de São Marcos. Os anfitriões serão, igualmente, violeiros do município. 

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Viola Quebrada, grupo de Curitiba (PR), será atração do programa Terra da Padroeira neste domingo, 8

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O grupo paranaense Viola Quebrada renova sucessos da música de raiz com arranjos modernos, mas em todas as canções que grava procura manter as tradições que representam a vertente caipira de nossa cultura popular. O nome do quarteto é inspirado em composição de Mário de Andrade, presente no primeiro álbum.

 

O grupo paranaense Viola Quebrada vai ser o destaque do programa Terra da Padroeira que a TV Aparecida, de Aparecida (SP), levará ao ar neste domingo, 8 de março, a partir das 9 horas. Oswaldo Rios (voz e violão), Mari Amatti (voz), Rogério Gulin (viola) e Rubens Pires (acordeon) formam o grupo, um dos principais representantes do Estado de música brasileira de raiz. Em seu repertório, o Viola Quebrada resgata preciosidades desta vertente para interpreta-las com arranjos modernos, embora não menos singelos, de uma maneira não saudosista, mas que respeita a tradição. 

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Barulho d’água Música acompanha show de vários expoentes do Dandô Circuito de Música Dércio Marques, em Uberaba (MG)

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O Barulho d’água Música está de mala pronta e dentro em pouco embarcará para Uberaba (MG). Na terra natal de Dércio Marques, o blog vi acompanhar amanhã, 7, a partir das 20 horas, o show que marcará o encerramento do I Encontro Nacional Dandô Circuito de Música Dércio Marques, marcado para o Teatro do Sesi. Estaremos de volta a partir de segunda-feira, 9, com fotos e informações da cantoria que terá por anfitrião o anfitrião Gilberto Rezende e contará com a idealizadora do projeto Katya Teixeira e João Arruda (SP); Paulo Matricó (PE); Valdir Verona, Giancarlo Borba (RS); Oswaldo Rios e Viola Quebrada (PR); Fernando Guimarães, Letícia Bertelli, Nádia Campos, Erick Castanho, Lilian Fulô, André Salomão, Marcelo Tayanará e Cacá Samkari (MG). O Teatro fica na Praça Frei Eugênio 231, bairro São Benedito, em Uberaba (MG).

Ao idealizar em 2013 o Dandô – Circuito de Música Dércio Marques, Katya Teixeira pensava em fomentar a circulação de música de qualidade inquestionável por todo o país, reunindo artistas de várias regiões para criar um intercâmbio e gerar novas plateias. Quem já se apresentou possui trabalhos reconhecidos, mas poderia ter uma melhor projeção no panorama nacional e proporcionar às pessoas o acesso à música de qualidade produzida fora da “grande mídia”.

Um artista saindo de cada cidade e passando por todos os pontos do circuito em uma caravana contínua. Cada edição conta sempre com um artista do local recebendo e abrindo o espetáculo para o convidado, em shows de aproximadamente noventa minutos. Ao final, um bate-papo entre artistas e plateia fecha a apresentação.

O Dandô já circulou por várias cidades paulistas, de Minas Gerais, de Pernambuco, do Paraná, de Goiás, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. 

O objetivo de Katya Teixeira é, ainda, levar a todo o Brasil o nome de Dércio Marques e seu inestimável legado não apenas para a música, mas para toda a cultura popular brasileira.

Dércio Marques morreu em julho de 2012, em Salvador, deixando como maior legado uma grande escola que transcende a composição musical e poética e propõe, ainda, uma postura mais íntegra e solidária de viver, voltada tanto para a preservação da natureza, quanto para o aprimoramento espiritual de cada individuo, sem deixar de lado o engajamento político e social.

Katya é um dos seguidores mais brilhantes e discípulo do ideário do mineiro que viveram bem próximos dele, a exemplo de João Arruda, Déa Trancoso, Levi Ramiro, João Bá, Carol Ladeira, Wilson Dias e tantos outros artistas que com suas obras vêm contribuindo para ajudar a pegar flor e dar frutos os sonhos do mestre.  

O Prêmio Brasil Criativo destacou o Dandô em Artes de Espetáculo/Música  em 3 de dezembro de 2014 no Auditório Ibirapuera (SP). Promovido pelo Ministério da Cultura, pelo Projeto Hub e pela 3M, contemplou 22 projetos  perante um público de mais de 800 pessoas. A estatueta é o reconhecimento oficial da proposta de Katya Teixeira, que com apoio da jornalista Mercedes Cumaru, fiel escudeira da cantora, literalmente, ganhou estrada e passou a ser apresentada em várias localidades nacionais.

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