858 – Fica pronto segundo DVD da Orquestra de Violeiros Terra da Uva (SP), com participações de Rodrigo Delage e João Araújo (MG)

O Barulho d’água Música recebeu  na noite de sexta-feira, 15 de abril, quando havia récem saído do forno e ainda queimava nas mãos, o DVD e o álbum que a Orquestra de Violeiros Terra da Uva (OVTU), de Jundiaí, gravou em 15 de agosto de 2015, no tradicional Teatro Polytheama e contou com as participações dos músicos de Minas Gerais Rodrigo Delage e João Araújo. O repertório das obras, como frisou o regente da OVTU e professor de viola  Daniel Franciscão no início da gravação, permite um passeio por vários estados brasileiros por meio de composições consagradas pelo público de autores como Almir Sater, José Gomes e Paulo Simões; Xavantinho; Luiz Gonzaga e Hervê Clodovil, Patativa do Assaré; Milton Nascimento e Chico Buarque; Ivan Lins e Vitor Martins; Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle; Sirlan e Paulo César Pinheiro; Dory Caymmi; Tião Carreiro, Piraci e Lourival dos Santos

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694 – Cláudio Lacerda e Rodrigo Zanc (SP) homenageiam Pena Branca e Xavantinho em Santo André (SP)

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Foto acima e no detalhe, antes do título: Adriano Rosa (Campinas/SP)

O Sesc de Santo André (SP) programou para este sábado, 24, mais uma apresentação do show no qual os cantores Cláudio Lacerda (São Paulo) e Rodrigo Zanc (Araraquara) prestam tributo aos irmãos Pena Branca e Xavantinho. A cantoria começará a partir das 20 horas e o ingresso já está à venda por valores entre R$ 6 e R$ 20,00. O Sesc de Santo André fica na Rua Tamarutaca, 328-378, Vila Guiomar.

Canções eternizadas por uma das duplas mais autênticas, amadas e importantes do universo caipira são interpretadas por Cláudio Lacerda e Rodrigo Zanc neste show. Ambos propõem esta homenagem à Pena Branca e a Xavantinho para destacarem além da figura do homem do campo a boa musicalidade brasileira, seu folclore e sua cultura. As paixões dos amigos que cantam m dupla neste projeto pelo retrato de um Brasil caipira são facilmente observadas em seus trabalhos anteriores. Pena Branca e Xavantinho inovaram com um repertório que ultrapassou fronteiras e gravaram com enorme sucesso músicas de autores consagrados da MPB, como Milton Nascimento, Chico Buarque e Caetano Veloso. Em suas carreiras estiveram sempre muito bem acompanhados e assessorados por artistas inquestionáveis, tais como Rolando Boldrin e Renato Teixeira.

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Zanc e Lacerda dividiram o palco durante o último show com a presença de Pena Branca, hoje homenageado com o irmão Xavantinho (Foto: Marcelino Lima, galeria do Cine Olido, jun. 2013)

As paixões de Cláudio Lacerda e Rodrigo Zanc pelo Brasil caipira são facilmente observadas em trabalhos que já lançaram durante o ofício do “estradar”. Por meio de interpretações autorais, eles abrem novos caminhos para uma vertente que preserva histórias, causos, sons, ritmos, melodias e culturas. O público, portanto, tem contato com a criatividade autoral de cada um dos músicos e intérpretes, ao mesmo tempo em que testemunha surgirem novos sentidos ouvindo canções imortalizadas pelos mineiros, que se orgulhavam de serem caipiras por natureza.

A última apresentação do cantor Pena Branca ocorreu em 25 de janeiro de 2010, no Teatro do SESC Pompéia, em São Paulo; o irmão já havia subido ao Plano Celeste. Tratava-se de uma roda de violas entre ele, Cláudio Lacerda e Rodrigo Zanc. Ao final do show, os três decidiram vender aquele formato para outras freguesias.

Pena Branca faleceu dias depois, em 8 de fevereiro. Com três shows já marcados naquele momento, Cláudio e Rodrigo decidiram reverter o projeto inicialmente proposto para adaptá-lo ao tributo à dupla Pena Branca e Xavantinho, desde então unindo os dois cantadores em shows pelo Brasil. 

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Foto: Marcelino Lima/Acervo Barulho d’água Música

CLÁUDIO LACERDA

Paulistano filho de mineiros, Cláudio Lacerda estreou em 2003, ao lançar Alma Lavada. Dois anos depois, venceu o I Prêmio Rozini Nacional de Excelência da Viola Caipira, promovido pelo IBVC (Instituto Brasileiro de Viola Caipira) como melhor intérprete, feito repetido nas outras duas edições, realizadas em 2010 e em 2013. Já dividiu palco e faixas de seus discos com nomes como Dominguinhos e Renato Teixeira. Em 2007, gravou seu segundo álbum, Alma Caipira, e, em 2010, o autoral Cantador.

Atualmente Cláudio Lacerda está em estúdio gravando um novo trabalho, Estradas do Sertão, com participações de Neymar Dias (viola caipira, baixo, violão) e Toninho Ferraguti (acordeon), que reunirá músicas de autores consagrados como Tom Jobim e Chico Buarque. Ele também produziu, recentemente, Trilha Boiadeira, com canções sobre a atividade de boiadeiro, dele em parceria e com participações de Adriano Rosa e vários ícones da música de raiz como Neymar Dias, Zé Paulo Medeiros, Teddy Vieira, Almir Sater, Renato Teixeira e Paulo Simões para marcar os 10 anos do canal Terra Viva.

 

 

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Foto: Marcelino Lima/Acervo Barulho d’água Música

RODRIGO ZANC

Pesquisa a viola brasileira e suas influências há mais de 20 anos, lutando incansavelmente pela manutenção e propagação da cultura ligada ao instrumento. É natural de Araraquara, residente na vizinha São Carlos (SP). Participou de vários festivais, dentre eles o Viola de Todos os Cantos, da EPTV – Rede Globo, e chegou às finais de 2005 e de 2007.

Em 2006, lançou Pendenga, o primeiro CD. Em 2010, Rodrigo Zanc foi à Europa divulgar seu trabalho. Em 2013, produziu Fruto da Lida, selecionado para o 26º Prêmio da Música Brasileira. Embora Fruto da Lida esteja ainda apenas dando os primeiros passos, Rodrigo Zanc e seu parceiro, o compositor e letrista Isaías Andrade, já estão a pleno vapor alinhavando um novo álbum, desta vez com faixas apenas de ambos. Uma destas novidades, Dona Pombinha, Rodrigo Zanc já vem mostrando ao público em suas apresentações e também a incluiu no repertório do 4 Cantos, projeto cultural que ele e Lacerda mantém desde 2011 juntamente com Luiz Salgado (Patos de Minas/Araguari-MG) e Wilson Teixeira (Avaré/SP).

610 – Orquestra de Violeiros Terra da Uva (SP) convida Rodrigo Delage e João Araújo e grava clássicos regionais, com pitada italiana, para novo DVD

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A Orquestra de Violeiros Terra da Uva (OVTU), de Jundiaí, cidade do Interior de São Paulo, gravou na noite de 15 de agosto dezesseis músicas do cancioneiro regional brasileiro para um DVD que o regente e violeiro Daniel Franciscão pretende ter pronto para distribuição em dezembro. O Barulho d’água Música acompanhou o evento.

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Garrincha bate bola, Cora Coralina divide doces e Cartola puxa o refrão em novo álbum de Zeca Collares (MG)

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O cantor e compositor Zeca Collares (Grão Mogol/MG) lançou no domingo, 21 de junho, o oitavo álbum da carreira, acompanhado pelos músicos Cléber Almeida (percussão), Zé Marcos (violão) e Luiz Anthony (contrabaixo) e como plateia para a primeira audição de Estação, biscoito de nata que chegara apenas dois dias antes, teve o público que frequenta a unidade Campinas do Sesc. Zeca Collares ocupou o palco da área de convivência como atração do projeto Folias de Junho. O disco tem dez faixas, das quais duas são instrumentais, e apresentam o universo das rezas, das folias e das vivências sertanejas que formam o ambiente onde, desde menino, ele está inserido, compostas em parceria com Valter Silva e que extrapolam a sonoridade da viola caipira com inovações nas propostas melódicas e harmônicas. “Sempre fui conhecido como um violeiro dedicado ao lado tradicional do instrumento, e já toquei, por exemplo, com Pena Branca e Xavantinho, mas neste novo trabalho vocês notarão: fiz questão de manter os pés nas raízes, com a cabeça colocada no mundo”, disse Zeca Collares que, atualmente, reside em Sorocaba (SP).

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Rodrigo Zanc apresenta Dona Pombinha, parceria dele com Isaías Andrade para um novo álbum

Para os amigos e seguidores que andam com saudades de ver e de ouvir Rodrigo Zanc, violeiro de São Carlos (SP) autor de Pendenga e Fruto da Lida e integrante do projeto cultural 4 Cantos, o Barulho d’água Música traz o vídeo abaixo. Por meio da gravação, Rodrigo Zanc apresenta em primeira mão Dona Pombinha, mais uma composição dele em parceria com o amigo Isaías Andrade (Americana/SP).

Sobre Rodrigo Zanc

Quem ouve Rodrigo Zanc pela primeira vez raramente deixa de se filiar ao fã clube deste morador de São Carlos, nascido na vizinha Araraquara. Com a viola geralmente acompanhada pelo baixo de Ricieri Nascimento, a bateria de Bruno Bernini e o violão do filho Rodrigo Zanin, entre outros companheiros, Zanc costuma cantar como quem declama ou transmite em orações raízes cultivadas em ambientes como o sítio do avô Juca, que inspira a canção Sítio Paraíso.

Rodrigo Zanc (dir.) com Cláudio Lacerda homenageiam Pena Branca e Xavantinho (Foto: Marcelino Lima)

Neste ambiente, experimentou o gosto tanto pelas modas de viola, quanto por outras vertentes brasileiras cujas bases permitiram formar uma visão de mundo que prega a simplicidade e a autenticidade, seja no dia a dia ou no trabalho artístico. Independentemente do palco que ele estiver ocupando com sua banda, montado em uma quermesse ou em um teatro nobre como o do programa Sr. Brasil, Zanc literalmente deixa suada a camisa tamanha é a energia e entrega que desprende no ofício.

“Estou fazendo o que eu deveria e realmente queria para minha vida, mas acredito que somente estando afinado com o próprio interior você consegue tocar pessoas”, disse. “Sou muito enfático quando digo que cada um de nós precisa ser transparente e agir com o coração aberto”, prossegue Zanc, que se espelha muito em Pena Branca, irmão de Xavantinho. “O Pena não era um virtuoso, mas quando batia a mão nas cordas da viola e abria a boca para cantar, muitos choravam”.

Os irmãos José Ramiro Sobrinho (Pena Branca) e Ranulfo Ramiro da Silva, por sinal, influenciaram bastante Rodrigo Zanc. Várias composições escritas ou interpretadas pela dupla como Chuá, Chuá, Cio da Terra e Cuitelinho são lembradas nos shows dele. Tamanha admiração por ambos o uniu a Cláudio Lacerda, cantor e compositor paulista com o qual Zanc dedica projeto em tributo aos lídimos caipiras, filhos de Uberlândia. O próprio Pena Branca participou das primeiras homenagens, iniciadas em janeiro de 2010, no SESC Pompeia, semanas antes de morrer.

Ainda com Cláudio Lacerda, mais Luiz Salgado (Patos de Minas/MG) e Wilson Teixeira (Avaré/SP), Zanc forma o projeto 4 Cantos. O quarteto executa exclusivamente músicas autorais com o intuito de alargar e estender suas próprias trilhas. Ao se encontrarem, entretanto, estes caminhos evidenciam talentos gêmeos, prontos para realentarem e revigorarem a cultura popular por meio de uma de suas mais expressivas manifestações, a viola caipira. São encontros de oito mãos e de múltiplas afinidades e afinações e por onde eles ocorrem há lotação na certa. O povo chega e se ajunta, vai ficando, vai ouvindo. Não demora escutam-se pessoas perguntando a um colega do lado de onde saíram quatro moços assim tão bons.

Rolando Boldrin, que dispensa maiores comentários, admirou-se com esta formação. A convite do Sr. Brasil, em agosto de 2013, o 4 Cantos gravou participação no programa que Boldrin conduz na TV Cultura. Em outubro, a cantoria foi ao ar e vem motivando visualizações em número cada vez maior na internet, com inúmeros compartilhamentos nas redes sociais. A plateia ouviu “Véio Cemitério”, composição de Zanc, Murilo Romano e Fernando Mori, um típico causo ou conto caipira cujo arranjo soa notas flamencas, atendendo ao pedido que o apresentador fez ao convidado.

A forte presença de elementos rurais e da vida no campo, todavia, não devem ser os únicos definidores da obra de Zanc — que a exemplo de muitos nomes hoje consagrados também já fez parte de uma dupla que existiu entre 1995 e 2000 e amadureceu em vários festivais pelo Interior paulista, com destaque para o Viola de Todos os Cantos. Promovidos durante dez anos pela rede de televisão EPTV, retransmissora da Rede Globo, estes certames reuniam perto de 15 mil pessoas a cada etapa em estádios e ginásios. Rodrigo tornou-se finalista em quatro edições, conquistando em 2007, em São Carlos, os troféus de vice-campeão e de melhor intérprete com a canção Viola Enfeitiçada, dele e de Isaías Andrade (Americana/SP).

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Esta classificação e a música premiada reforçariam o perfil de violeiro. Zanc até pondera que o adjetivo cabe, pois, afinal, é o instrumento com o qual ganha seu pão. “Mas nunca fui adepto aos rótulos e sempre acreditei na verdade do sujeito, nas influências que cada um tem. Podemos até reunir porções de vários elementos culturais e sociais, mas elas se misturam em quantidades diferentes à medida que vivemos. O cheiro do refogar de sua mãe quando ela está na cozinha, a música que se ouve em família, por exemplo, deixam marcas pessoais e o que sai de cada pessoa destas vivências é só dela, não pode ser comparado, muito menos classificado pelos critérios do mercado, regra que não é respeitada muito hoje em dia. Há demasiada imposição de ‘receitas de bolo’, embora o que é simples muitas vezes evoca mais do que coisas supostamente elaboradas”.

Rodrigo Zanc no palco do programa Sr.Brasil, com Rolando Boldrin (Foto: Marcelino Lima)

Este jeito de ser e de agir também move os parceiros de Rodrigo Zanc, entre os quais o araraquarense cita Wolf Borges, Carlin de Almeida, Mauro Mendes, Murilo Romano, Fernando Mori, Ricieri Nascimento e Cláudio Lacerda. A identificação com Isaías Andrade, de Americana, por exemplo, já rendeu mais de quarenta composições, dez das quais entraram nos álbuns Pendenga (2006) e Fruto da Lida (2013), cujos selos são independentes.

“Isaias Andrade escreve tanto que tirou este peso de mim, posso me dedicar mais a burilar nossas músicas”, observou Zanc. As gavetas dos dois, entretanto, observem, ainda guardam inéditos 3/4 do que já produziram em conjunto. A boa notícia é que se depender dos planos que os compadres vêm costurando em sucessivas “noites de inspiração” que recentemente passaram a se repetir na sala de um ou do outro, o rico material será compartilhado mais um pouco com o público, em breve. “O Fruto da Lida ainda tem muito a caminhar e o estradar nos ocupa muito tempo, mas temos a intenção de lançar um terceiro disco, autoral como o Pendenga, só com músicas do Isaías ou minhas e dele.”

Para saber mais sobre Rodrigo Zanc visite www.rodrigozanc.com.br e www.facebook.com/rodrigozanc.

 

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Curta o Especial de Ano Novo do Viola Minha Viola, com doze músicos relembrando clássicos como ‘Chico Mineiro’

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O Viola Minha Viola, exibido pela TV Cultura e comandado por Inezita Barroso todos os domingos, a partir das 9 horas, gravou um programa especial para comemorar a chegada do Ano Novo e que será levado ao ar neste dia 28 de dezembro, com reapresentação em 3 de janeiro, para todo o país.

O palco do Sesc Bom Retiro (SP) parecia pequeno para a empreitada, mas abrigou doze músicos, dentre os quais oito violeiros de renome no cenário nacional: Mococa e Paraíso, Zé Garoto, Levi Ramiro, Bárbara Viola e Sandra Reis e Michele e Karoline. Como o final de ano traz a vontade de reunir parentes e amigos para tocar, ouvir viola e cantarolar esta é a oportunidade ideal. Na roda, os convidados interpretarão algumas das mais belas obras nacionais acompanhados pelo Regional do programa, formado por Joãozinho, Arnaldo, Leandro e Escurinho.

Inezita está de licença em casa, mas gravou uma mensagem especial para a plateia e os telespectadores. O líder do regional, Joãozinho, também terá um recado para brindar o final de 2014 e a chegada de 2015. 

Só para dar mais água na boca, na abertura da cantoria, o regional do Viola, Minha Viola puxará o clássico Chico Mineiro (Teddy Vieira/Biguá), acompanhado por todos os convidados e auditório. Depois cada um deles apresentará uma de suas músicas ou interpretara clássicos de autores como José Fortuna, Fernandes, Cacique e Carreirinho, Caetano Erba, Mário Zan, Arlindo Pinto e Xavantinho. O encerramento, novamente com todos, promete ser um momento de grande devoção ao som de um dos maiores sucessos do cancioneiro caipira e regional, de domínio público, consagrado pela voz de Milton Nascimento. 

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Cláudio Lacerda e Rodrigo Zanc fazem nova cantoria para Pena Branca e Xavantinho, agora em Presidente Prudente

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Rodrigo Zanc e Cláudio Lacerda levam à estrada desde 2010 tributos à dupla Pena Branca e Xavantinho, legítimos representantes caipiras (Foto: Adriano Rosa)

 Se você mora em Presidente Prudente ou em cidades próximas, anote em sua agenda, convide um amigo e leve a família!

O SESC Thermas de Presidente Prudente programou para sábado, 20 de dezembro, dentro do projeto Múltiplos Sons, show no qual os cantores Cláudio Lacerda (São Paulo) e Rodrigo Zanc (São Carlos) prestam tributo a Pena Branca e Xavantinho. A apresentação começará às 16 horas, na Área de Convivência, com entrada franca. O SESC Prudente fica na rua Alberto Peters, 111, Jardim das Rosas.

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Orquestra de Violeiros Terra da Uva toca clássicos caipira, Chico Buarque, Led Zeppelin e até tarantella no Rancho Jundiaí

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A Orquestra Terra da Uva toca desde 2011 e sempre apresenta um repertório eclético, que mescla músicas populares brasileiras e de raiz a clássicas, vistando todas as regiões do país (Fotos de Marcelino Lima)

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Há três anos representando Jundiaí e trabalhando pela preservação, memória e divulgação de tradições da cultura popular, a Orquestra de Violeiros Terra da Uva (OVTU) apresentou-se na tarde de sábado, 8 de novembro, após um agradável almoço servido pelo Rancho Jundiaí.

Regida pelo maestro e professor Daniel Franciscão, a Orquestra é composta por 29 integrantes, dos quais 20 estiveram no palco que reuniu netos, pais e filhos, violeiros que cantaram e tocaram não apenas clássicos da viola caipira, mas também sucessos consagrados da música regional e popular brasileira, a introdução de Stairway to haven (do Led Zeppelin, para abrir Cio da Terra,  de Milton Nascimento e Chico Buarque), além da tarantella Funiculí Funiculá, dedicada por Franciscão aos imigrantes de Itália que ajudaram a fundar e a desenvolver Jundiaí.

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