1057 – Wilson Dias recebe Padre Paulo Morais em Beagá (MG) para nova rodada do projeto Viola de Feira

Violeiro natural de Olhos d’água vai receber jovem talento das dez cordas no espaço onde a capital mineira promove a concorrida Feira Coberta, no Centro Cultural Padre Eustáquio

Marcelino Lima, com Nilce Gomes e Lilian Macedo

A Picuá Produções Artísticas, estabelecida em Belo Horizonte (MG), promoverá em 29 de abril a terceira rodada do projeto Viola de Feira, por meio do qual pretende fomentar e difundir a música de viola caipira oferecendo concertos mensais que transcorrerão no Centro Cultural Padre Eustáquio. Durante as apresentações, ponteado por dois ases do estado, o instrumento de dez cordas será a maior atração, sempre no último domingo de cada mês, a partir das 11 horas. Um violeiro anfitrião receberá outro, convidado, de forma que se possa estabelecer entre ambos e a plateia vínculos culturais, fomentando, ainda, diálogos com a música brasileira. A vez , agora, é de Wilson Dias, que compartilhará a honra com o Padre Paulo Morais.

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1056- Banda O Bardo e o Banjo lança O Tempo e a Memória em três cidades de São Paulo

Conhecido por iniciar sua trajetória tocando em ruas de São Paulo, a banda de São Paulo O Bardo e O Banjo está atraindo cada vez mais amigos e novos seguidores aos shows de lançamento do álbum recém-lançado O Tempo da Memória. Nesta sexta-feira, 27, quem quiser conferir porque o grupo vem conquistando cada vez mais admiradores terá a oportunidade de ver os quatro integrantes no palco da Casa Amarela, pub rock situado em Osasco, cidade da Região Metropolitana Oeste da Grande São Paulo, a partir das 22h30. Para o dia seguinte, sábado, 28, a dica que daremos a quem mora em Sorocaba (distante cerca de 90 km da Capital) e região é colar no Eclétik Bar e Restaurante, que promoverá um festival entre 11 e 20 horas, o Texas Music, no qual estarão em cena Maré Urbana, Texas Flood e O Bardo e o Banjo.

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1051 – Segundo disco de Rita Lee, com Os Mutantes, é destaque do Clássico do Mês

Disco atribuído a Rita Lee que levou Os Mutantes ao estúdio pela última vez, tema do Clássico do Mês, foi  primeiro a utilizar a tecnologia multicanais e segundo da carreira da eterna Rainha do rock

Marcelino Lima, com jornal Extra

Hoje É o Primeiro Dia do Resto da Sua Vida, o segundo álbum de estúdio da cantora Rita Lee, é o disco escolhido como tema de abril da série Clássico do Mês, que o Barulho d’água Música vem publicando desde dezembro. Lançado em 1972 pela Philips Records, por meio do selo Polydor Records. Este disco, na verdade, foi a maneira encontrada pela banda Os Mutantes para aproveitar a inauguração do Estúdio Eldorado — que possuía uma mesa de 16 canais, a única disponível no Brasil naquele momento. O álbum, portanto, é creditado à estrela maior do rock brasileiro, mas na prática acabou colocando na fita toda a banda, de tal sorte que, na prática, o bolachão acabou tendo a honra de ser o último disco gravado pela formação clássica d’Os Mutantes[1] do qual a corintiana confessa fez parte no início da carreira. Os Mutantes já haviam lançado Mutantes e Seus Cometas no País do Baurets naquele ano, mas o contrato com a gravadora só permitia o lançamento de um disco por ano.

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1028 – América 4 lança em Vila Velha (ES) álbum comemorativo aos 30 anos de estrada

O Grupo América 4 está com novo álbum concluído e convida admiradores e amigos para o lançamento que marcará 30 anos de trajetória independente em defesa de culturas de povos latino-americanos como os guaranis, os aymaras e os mapuches. O concerto de estreia, com entrada franca, está marcado para a sexta-feira, 9 de março, a partir das 20 horas, no Teatro de Vila Velha, uma das mais importantes cidades do Espírito Santo, distante cerca de 180 km da Capital, Vitória, para quem escolhe viajar pela BR 101.  O América 4 tem embriões tanto no Estado capixaba, quanto no vizinho Minas Gerais, onde viviam na década de 1980 os músicos já de larga experiência e trajetórias artísticas oriundos do Brasil , da Bolívia, da Argentina, do Peru, do Uruguai, de Honduras e da Venezuela, entre eles Jorge Tobi Gil, com o qual o Barulho d’água Música mantém estreito contato. É em Vila Velha que está estabelecido o trabalho de resistência musical que encanta o público combinando as sonoridades de instrumentos típicos — alguns artesanais — como  zampoña, toyo, quenacho, charango, casaca, bombo legüero, tambores de Congo e tambores de Maracatu, entre outros, que dão ao América 4 uma identidade própria no cenário da cultura latino-americana. Continue Lendo “1028 – América 4 lança em Vila Velha (ES) álbum comemorativo aos 30 anos de estrada”

971 – Gaita, violão de nylon e viola: confira em Sampa como Betto Ponciano (RJ) explora nuances entre rock rural e folk

O cantor, compositor e instrumentista Betto Ponciano (RJ) será atração na quinta-feira, 13, da casa situada na rua Rua Clélia 285, localizada na Lapa, bairro da zona Oeste paulistana.  A partir das 21 horas, Ponciano protagonizará Do Folk ao Caipira, acompanhado pelo percursionista Valmir Quinto, apresentação no qual mescla música caipira de raiz com textos autorais cujos temas versam sobre ecologia, relação do ser humano com a Natureza e as consequências desta interação, repercutindo sonoridades marcantes que ocorrem no Vale do Paraíba (SP), canções de trabalho da Zona da Mata (MG), nuances de folk music e de rock rural, estilo regional consagrado por expoentes como o trio que reunia Sá, Rodrix e Guarabyra, e Zé Geraldo.

Músico independente e autodidata em viola, violão de naylon e gaita com mais de 25 anos de estrada, Betto Ponciano é carioca criado no Morro do Pé Sujo, comunidade situada na cidade serrana fluminense de Petrópolis, caminho para as Minas Gerais cujas características e belezas muito o influenciaram. Manifestações populares como romarias e costumes observados durante o vaivém de viajantes por estas trilhas, por exemplo, também moldaram o repertório que já faz parte de um álbum e traz um convite para embarcar em agradável passeio pelo interior da nossa terra, abraçando valores e gente que se harmonizam com um entorno de matas e de cachoeiras.

966 – Rubinho do Vale, convidado por Pedro Antônio, recorda sucessos de 35 anos de carreira em Uberlândia (MG)

O cantor e compositor mineiro Rubinho do Vale será a atração do projeto Pedro Antônio Convida para a apresentação do sábado, 1º de julho, que terá como palco o Teatro Municipal de Uberlândia (MG). A partir de 21 horas, o violeiro nascido em Rubim considerado um dos mais respeitados divulgadores da riqueza cultural do Vale do Jequitinhonha, no Norte de Minas Gerais, e com trajetória histórica dentro da música regional mineira, brindará a plateia com canções gravadas em discos para o público adulto — coleção que inclui, entre outros, Violas e Tambores;Viva o Povo Brasileiro; Trem Bonito; Encantado; Verde Vale Vida; Ser Criança e Estrada. Exímio trovador, Rubinho do Vale também canta temas folclóricos recolhidos em andanças pela região natal e inclui entre os mais de 15 discos assinados em 35 anos de carreira álbuns dedicados aos universo infantil. A obra é das mais elogiadas entre colegas de estrada e recentemente mereceu o Prêmio da Ordem do Mérito Cultural, concedido pelo Ministério da Cultura. Antes, já recebera do Governo do Estado a Medalha do Mérito da Educação, por destacados trabalhos na área.

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929- Pedro Antônio retorna a São Paulo e lança “Plantação de Estrelas” no Sesc Belenzinho

Pedro Antônio será a atração do Projeto Música Raiz da unidade Belenzinho do Sesc da cidade de São Paulo na noite de domingo, 9 de abril, a partir das 18 horas, quando lançará Plantação de Estrelas, seu segundo álbum solo. Como convidados, ele receberá Tadeu Franco, Lula Barbosa e o irmão Antônio Galba; Jica Thomé (percussão) e Pratinha Saraiva (flauta) completarão o time de músicos responsáveis por apresentar à plateia tanto as composições do novo disco, quanto músicas do anterior, Carta ao Velho Rosa, além de temas gravados pelos grupos Mina das Minas e Terramérica. Com passagens pela Europa e por São Paulo, o cantador e compositor hoje mora em Uberlândia, cidade do Triângulo Mineiro na qual coordena Pedro Antônio convida, projeto no qual recebe expoentes da música regional brasileira.

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921 – Saturno, novo álbum de Chico Teixeira, chega às plataformas digitais com homenagens a João Lavraz e Geraldo Roca*

Saturno, nome do terceiro álbum de Chico Teixeira, já pode ser ouvido e pré-comprado na íntegra em várias das mais acessadas plataformas digitais. A novidade que antecede o lançamento do disco físico estreou em 17 de março com dez músicas para fãs e amigos do cantor e compositor paulistano, entre as quais a faixa-título — singela e poética homenagem ao irmão, João Lavraz, que morreu em 1 de novembro de 2014. Song Swan, outro tributo póstumo, é dedicado a Geraldo Roca (parceiro de Paulo Simões em Trem do Pantanal), encontrado morto, em casa, no Natal de 2015. A audição prossegue com A cara da gente, na qual Chico Teixeira e o coautor, Rodrigo Hid, buscaram imprimir características que assinalam como referências o lugar, a identidade e a noção de pertencimento. Continue Lendo “921 – Saturno, novo álbum de Chico Teixeira, chega às plataformas digitais com homenagens a João Lavraz e Geraldo Roca*”

902 – Betto Ponciano, porta-voz das belezas da serra fluminense e de trilhas mineiras, apresenta canções e textos em Sampa

O cantor, compositor e instrumentista Betto Ponciano (RJ) estará nesta sexta-feira, 5 de agosto, no palco do Carauari Bar e Mercearia, em São Paulo, onde protagonizará Do Folk ao Caipira, apresentação no qual mesclará música caipira de raiz com letras e textos autorais cujos temas versam sobre ecologia, a relação do ser humano com a Natureza e as consequências desta interação, repercutindo sonoridades marcantes que ocorrem no Vale do Paraíba (SP), canções de trabalho da Zona da Mata (MG), nuances de folk music e de rock rural, estilo regional consagrado por expoentes como Sá, Rodrix e Guarabyra e Zé Geraldo.

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849 – Pedro Antônio (MG) convida conterrâneo Zé Geraldo para rodada de prosa e cantoria em Uberlândia

O cantor e compositor Zé Geraldo visitará o Estado natal para promover no sábado, 16, em Uberlândia (MG) apresentação ao lado do conterrâneo Pedro Antônio marcada para começar às  21 horas. O palco reservado à cantoria é o do Teatro Municipal, em mais uma rodada do projeto Pedro Antônio convida, cujas temporadas ocorrem desde 2013. O anfitrião, acompanhado por sua banda,  fará as honras da abertura antes de Zé Geraldo relembrar sucessos do repertório próprio que o consagrou como o mais aclamado expoente do rock rural brasileiro, gravados em 16 álbuns. Antes do encerramento, os dois cantarão juntos.

Nascido em Rodeiro, na Zona da Mata mineira, onde admiradores construíram uma estátua para homenageá-lo, Zé Geraldo cresceu em Governador Valadares, situada no Vale do Rio Doce. Aos 18 anos desembarcou em São Paulo para estudar e tentar a fama dentro das quatro linhas de um gramado de futebol, sonho abortado após sofrer acidente automobilístico. A fatalidade o levou para a carreira artística assumidamente influenciada por Bob Dylan, marcada por poesia e um acento claramente contestador.

Entre 1975 e 1978 participou de e faturou troféus em inúmeros festivais, arando desta forma a terra para a gravação, em 1979, de Terceiro Mundo, o primogênito da discografia. Canções como Cidadão, Como Diria Dylan, Senhorita e Milho aos Pombos entretêm sucessivas gerações e são sempre solicitadas em seus shows. Rio Doce é outro destes clássicos, que, ultimamente,  Zé Geraldo vem cantando em tom de protesto e visivelmente entristecido devido à criminosa contaminação do rio pelos rejeitos do vazamento da barragem da Samarco/Vale do Rio Doce, em Mariana (MG), em novembro de 2015. Com esta canção, hino oficial de Governador Valadares, concorreu no Festival MPB-Shell de 1980.

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Nascido em Paracatu, município da porção noroeste de Minas Gerais, Pedro Antônio (foto acima) interliga sonoridades da MPB à música raiz.  Está na estrada desde os 16 anos tanto como cantor, quanto como compositor e instrumentista. Nos primórdios da carreira tocava violão em bares noturnos de Brasília (DF), paralelamente aos estudos. Corria 1978 e, três anos depois,  já em São Paulo, passou a ter aulas  em contrabaixo com o professor Claudio Bertrami e Teoria Musical na Ordem dos Músicos. Ao final da década dos anos 1980, fundou, juntamente com o irmão Antônio Galba, os amigos de infância Márcio Pereira e Wellington de Faria, o grupo Mina das Minas, que ficou conhecido pelo trabalho vocal e instrumental, com o qual excursionou pela Europa e gravou dois discos (Mina das Minas, 1989, e Bacupari, 1997).

Pedro Antônio também foi vocalista da banda de música andina Terramérica, vencedora de vários festivais do Brasil no início da década do ano 2000, e gravou Bois do Brasil. Em 2011, saiu Carta ao velho Rosa, que abre sua discografia e recebeu indicação ao Prêmio da Música Brasileira. Em 2013, arrebatou uma das estatuetas da categoria Melhor Intérprete do 3º Prêmio Rozini de Excelência em Viola Caipira. Programas de emissoras como Rede Globo (Som Brasil) e TV Cultura (Viola Minha viola, Metrópoles e Sr. Brasil) já gravaram com Pedro Antônio, parceiro entre outros de Zé Alexandre, Consuelo de Paula, e João Bá. Recentemente, lançou Plantação de estrelas, no qual assina dez das doze faixas; Zé Paulo Medeiros (Água) e Carlos Alberto Haddad (Passarin) completam a obra que tem direção e os arranjos de Pedro Ferreira, já agraciado com um prêmio Grammy como produtor musical. Pedro Antônio contou em estúdio com músicos que são expoentes da cultura regional entre os quais João Bá e Levi Ramiro; Lula Barbosa; Professor André Campos e Coral Nossa Voz; Márcio Pereira, Adolfo e Vânia Figueiredo (Trem das Gerais) e dos filhos Lucas e Ângelo Cordeiro. As ilustrações e a capa surgiram dos traços do artista plástico Alonso Zagaia.

Para mais informações e reserva de ingressos há o telefone 99276-3926, que deverá ser precedido pelo código 34, DDD de Uberlândia.

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